quarta-feira, 14 de julho de 2010

Governo Lula quer proibir pais de disciplinar os filhos




Pais poderão ser punidos se fizerem uso de correção física nos filhos.

Pais e mães ficarão proibidos de beliscar, puxar a orelha ou mesmo dar “palmadas pedagógicas” em seus filhos se a sociedade calar-se e não reagir diante de mais uma agressão estatal contra as famílias. Em comemoração ao aniversário de 20 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está assinando hoje (14 de julho de 2010) um projeto de lei que proíbe pais e mães de aplicarem castigo físico para corrigir a rebelião e o mau comportamento dos filhos. Tal castigo será tratado como “agressão física”, invertendo os papéis e colocando os pais sob a ameaça de castigo estatal.
Como se já não bastassem os casos escabrosos de pais sendo punidos e humilhados em Conselhos Tutelares, agora Lula assina e envia ao Congresso Nacional esse nefasto projeto, mas nem a Globo nem outros veículos da imprensa mostraram o número e conteúdo do projeto. O festejado projeto do governo Lula é um mistério, que poderá ser aprovado de forma igualmente “misteriosa” no Congresso.
Pais que disciplinam já têm sido intimados a comparecer aos Conselhos Tutelares, onde os filhos são orientados, na presença dos pais, a delatar castigos físicos. Agora a ameaça de os pais serem punidos pelo Estado é muito maior, pois toda vez que os filhos se sentirem prejudicados nos novos e elegantes “direitos” e “liberdades” concedidos eles sabem que o governo está com eles.

O projeto de Lula coloca pais e mães debaixo do espectro de um temível Estado policial ao exigir que toda criança seja educada sem nenhum uso de castigos corporais, que são rotulados como “tratamento cruel e degradante”. Atualmente, a Lei 8.069, que institui o ECA, condena maus-tratos contra a criança e o adolescente, mas deixando uma lacuna com relação à sua interpretação. O presente projeto “preenche” essa lacuna.
Com o projeto, o artigo 18 do ECA, que já era ruim, fica muito pior ao passar a definir “castigo corporal” como “ação de naturezadisciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em dor ou lesão à criança ou adolescente”. Disciplina e punição serão crimes. Para os pais e mães que derem uma palmadinha, virá o palmadão estatal: advertência e encaminhamento a programas de “proteção” à família e orientação psicológica. As famílias disciplinadoras ficarão sob monitoração e acompanhamento dos Conselhos Tutelares.
Anos atrás, com a colaboração de Xuxa, Lula havia lançado uma campanha governamental contra a disciplina de filhos. Se o governo fosse realmente sincero na luta contra a violência contra as crianças, não procuraria “agressões” em beliscões, puxões de orelha, palmadas ou mesmo o uso da vara de marmelo como recursos de correção. Violência real é entregar crianças inocentes a uma dupla de pervertidos homossexuais. Violência real é ensinar as crianças, na própria escola, como ter sexo antes do casamento e sexo homossexual. Essas duas violências reais, que são muito maiores do que beliscões, puxões de orelha, palmas ou mesmo o uso da vara de marmelo, são perpetradas oficialmente pelo governo.
A diferença entre o Estado, Deus e as famílias é que, enquanto Deus e as famílias cumprem seus próprios papéis, o Estado não. O Estado quer cumprir o papel de ambos ao se impor em questões que não são de sua competência. É o Estado intrometido e atrevido, julgando-se na posição e lugar de Deus e dos pais e mães.
Lula, com todas as suas malandragens políticas e amizade com ditadores assassinos, não sabe o que é castigo, correção, disciplina, repreensão, palmada, puxão de orelha, beliscão e vara de marmelo — embora no caso dele talvez nem uma boa sova resolva. É nessa experiência de ausência de castigo por seus próprios males que ele quer dar às crianças do Brasil a oportunidade de crescerem na mesma delinquência: amando malandragens e amizades com indivíduos imprestáveis e perigosos. É Lula querendo a produção de milhões de crianças à sua própria imagem e semelhança, onde os lulinhas de hoje serão os problemáticos de amanhã.
Lula é um dos maiores maus exemplos do Brasil, em sua amizade com os ditadores assassinos Fidel Castro, Hugo Chavez e Mahmoud Ahmadinejad. Sem correção, as crianças estarão condenadas a imitá-lo.
Se o Congresso Nacional aprovar a lei de Lula, o governo precisará da ajuda de vizinhos, parentes, funcionários e assistentes sociais que estejam dispostos a delatar pais e mães disciplinadores ao Conselho Tutelar. Com apenas uma denúncia, mesmo que seja de um maldoso anônimo, uma família poderá ter sua vida virada de cabeça para baixo, com a interferência de assistentes sociais pagos para impor as vontades do Estado dentro da família.
Foram-se os dias em que o pai e a mãe podiam dizer aos filhos: “Você tem de obedecer. Aqui quem manda sou eu”. Agora inverteu-se tudo: quem manda são os filhos. E quem tem de obedecer são os pais.
No começo de 2006, quando semelhante projeto da petista Maria do Rosário estava avançando na Câmara dos Deputados, telefonei rapidamente para o Dep. Adelor Vieira, presidente da Frente Parlamentar Evangélica, pedindo uma ação urgente. Graças a Deus, a ação dele obteve resultado.
Diante do novo projeto, assinado pelo próprio presidente Lula, os pais e mães do Brasil necessitarão telefonar e pressionar os deputados e senadores. Mesmo estando longe do Brasil, peço que todos se unam contra mais essa agressão e promoção de delinquência juvenil por parte do governo Lula.
Fonte - Julio Severo

sábado, 10 de julho de 2010

Ser Filho É Aprender a Aprender

Por que será que praticamente todos os filhos têm dificuldades de obedecer aos seus pais? Será que os pais pedem atitudes absurdas para os filhos?  Ou será porque os filhos têm opções melhores? O conflito entre a geração dos filhos e a dos pais é uma realidade que se repete há séculos. As discordâncias variam entre extremos e poucos equilíbrios, sempre expressando posições quase que opostas. Se os pais querem ordem, os filhos optam pela “bagunça organizada”. Se os pais são liberais demais, os filhos reclamam por mais participação em forma de cuidado. Evitando esses extremos a Bíblia revela com clareza a responsabilidade que compete a cada filho e filha cristãos que já atingiram a idade da consciência e ainda vivem sob a tutela e manutenção dos pais. Assim, o texto de Colossenses 3.20 aponta para a mesma trilogia adotada para aconselhar esposas e maridos, agora voltada para os filhos: Ser filho, dever de filhos, relação de filhos com Deus.

1. Ser Filho(a)
Os seres humanos descendentes de Adão e Eva nascem totalmente dependentes de seus pais. Não há em nós instintos que por si nos tornam independentes, aprendemos quase tudo com nossos pais e com aqueles que nos educam. A vida de filho é uma vida de aprendizado e dependência. O foco da orientação dada pelo apóstolo Paulo está, evidentemente, voltada para filhos que já atingiram o nível de pensar e raciocinar. Por isto os filhos questionam as orientações e informações recebidas e estabelecidas. O problema reside em se estabelecer no lar o conflito da independência precoce, ou seja, o filho quer decidir sobre questões que o seu aprendizado e faixa etária de desenvolvimento  ainda não lhe autoriza. Ser filho é reconhecer que é preciso aprender a aprender, e isto requer a existência de um modelo, de uma proposta e de um professor. Deus se revela como nosso Pai, para que como filhos aprendamos dele através de nossos pais.

2. Obedeçam seus pais em tudo
A ordem seria relativamente fácil se não existisse a expressão “em tudo”. Deve o filho obedecer quando o pai ou a mãe está errado, não importando qual seja o erro dos pais? É claro que a Bíblia não está ordenando isso. A própria Palavra de Deus é maior autoridade que os nossos pais. Lembre-se que Paulo está escrevendo para pais cristãos e isso implica em submissão aos princípios ensinados pela Bíblia. Agora, é preciso deixar bem compreendido que pais cristãos podem errar, mesmo desejando acertar e honrar a Deus. Todavia, isto não significa permissão bíblica para o filho se rebelar. Nossos pais são pecadores, mas devemos obediência a eles enquanto fomos dependentes deles. Os pais representam a experiência da vida, a orientação que, segundo a Palavra de Deus, oferece vida mais tranqüila. Este é o propósito do livro de Provérbios (os doze primeiros capítulos trazem constantemente a expressão “filho meu...”).  A obediência do filho é tida como sabedoria, como ação requerida para o aprendizado. Sendo filho(a), você pode pedir explicações, pode discordar das razões oferecidas, pode contra-argumentar, mas não deve desobedecer.

3. Obedecer é agradável a Deus
O apóstolo Paulo sempre coloca a sua terceira orientação associando-a com o relacionamento com Deus. É como se ele dissesse: “vocês por serem cristãos são filhos que agem diferente”. O filho e a filha cristãos obedecem aos pais por causa de Deus e não simplesmente por respeito aos seus pais. O mandamento para honrar pai e mãe implica invariavelmente em obedecer primeiro a Deus, o qual estabeleceu o mandamento (Ex 20.12) e depois obedecer aos pais. Deus se agrada de filhos obedientes, por isso prometeu vida terrena prolongada para aqueles que cumprirem esse mandamento para com os pais humanos. Honrar os pais vai um pouco mais do que obedecer, pois requer dos filhos atitudes de atenção, consideração, respeito e cuidado por toda a vida. Filhos unidos a Cristo, aprendem a obedecer e honrar os seus pais, assim como Cristo obedeceu ao Pai celeste.

            O princípio bíblico a ser praticado pelos filhos está em reconhecer que Deus age a favor dos filhos quando esses se submetem aos seus pais. Filhos sábios estão interessados em aprender a aprender com seus pais, estão dispostos a praticar a aceitação de uma autoridade e experiência maiores. Filhos cristãos, por serem prioritariamente filhos de Deus, obedecem aos seus pais terrenos por, intencionalmente, desejar agradar a Deus.  

Rev. Sérgio Lyra
Fonte-Família em Foco


Sua Família Pode Ser Mais Feliz!

Dr. Silmar Coelho
 O primeiro e mais importante ministério é a família. Devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que nossas famílias sejam felizes. Nenhuma tarefa é mais importante do que a de amar a família. Santidade e poder começam no lar. Não se pode destruir um homem que ama sua família. Comece hoje mesmo a fazer algumas escolhas radicais em favor de sua família.

Ainda que você não possa mudar todas as coisas erradas, existem muitas coisas que você pode transformar. Comece com as pequenas coisas. Cada pequena conquista lhe dará novo ânimo para continuar tentando, até transformar coisas maiores. A fé pode romper a crosta do impossível. A dor parece abrir a força o coração para que ele possa experimentar mais amor. Porque muitos corações precisam ser quebrados a fim de alcançar transformação.

Quase todas as atividades do nosso corpo que encaramos com irritação ou desgosto, como bolhas, calos, inchaço, febre, espirros, tosse, vômitos e especialmente a dor, são reações de defesa do organismo.

Sem estes sinais de advertência e passos no processo da cura, viveríamos em grande perigo.[1]

Você não pode alterar seu passado, mas as páginas do seu futuro estão completamente brancas. Comece a escrevê-las agora mesmo.
A partir de você, toda a sua geração será transformada. Você é a semente de Deus que
vai gerar nova vida e um relacionamento saudável e lindo. A felicidade tão sonhada vai iniciar-se com você. Você é o precursor, o ponto de partida de um novo amanhecer. Através de você as promessas de Deus se tornarão realidade em
sua família.

Trabalhe duro e espere um milagre.
Nós faremos o nosso melhor;
Deus fará o resto.[2]

Para o futuro bem-estar da família, o casal deve desenvolver um ao outro, da mesma forma que aperfeiçoa a fé, o caráter, e saúde de seus filhos. A responsabilidade de edificar uma família feliz e saudável é totalmente sua.

Entretanto, saiba que transformar a sua família não é tarefa sua, embora você tome parte no processo. Sua responsabilidade é descobrir a vontade de Deus e obedecê-la. Reconheça-o como o idealizador, condutor e protetor da família; ele é o edificador pôr excelência e lhe dará esperança e coragem. Dependa de Deus, para que este desenvolvimento saudável e dinâmico aconteça.

Coloque sua vida nas mãos do Senhor.
Confie n’Ele, e Ele o ajudará.[3]

Deus pode fazer aquilo que nós não podemos. Ninguém quer mais o bem estar da família do que Deus. O próprio Deus uniu vocês. Não permita que nada, nem ninguém destruam esta união.

Não sou perfeito; não me atrevo a brincar de Deus e achar que posso resolver tudo. Só posso oferecer a minha família a solução que eu mesmo encontrei ― Jesus. Ele é o original do qual eu sou apenas uma pobre cópia. Meus melhores momentos como pai e marido são aqueles
em que Deus resplandece através de mim. Todas as vezes que minha família me vê brilhando é sempre o brilho de Deus em mim e não o meu próprio brilho.

No entanto, de uma coisa minha família pode estar certa. Embora seja verdade que eu tenha muitos defeitos, minhas fraquezas se manifestam em muitas áreas da minha vida, menos no amor que eu sinto pôr minha mulher e meus filhos.

Por que Deus fez tanta questão de criar a família? A resposta é simples e clara: Ele não queria que fizéssemos a viagem sozinhos. O ser humano foi criado para amar e ser amado. No amor, mesmo sem ser ou ter nada, realizamos todos os sonhos e experimentamos todas as alegrias. Para aquele que conhece e se dedica ao amor, o Paraíso jamais estará perdido.

O amor não garante proteção contra a dor, morte e decepção, mas o amor nos ajuda suportar os sofrimentos muito mais facilmente.

Finalizando, uso as palavras de Wesley, o reformador Metodista:

Faça todo o bem que puder.
Usando todos os meios que puder.
De todas as formas que puder.
Em todos os lugares que puder.
A todas as pessoas que puder.
Sempre que puder.

Eu me atrevo a acrescentar:

Mas principalmente, faça o bem à sua família.

Fonte-Família em Foco

sexta-feira, 9 de julho de 2010

AS BEM-AVENTURANÇAS DO CASAMENTO

Por: L. R. Silvado

Bem-aventurado o casal que continua a demonstrar carinho e consideração um com o outros depois que a empolgação dos primeiros anos passou.
Bem-aventurado o casal que é educado e cortês um com o outro como eles são com seus amigos.
Bem-aventurados são aqueles que têm senso de humor, pois este atributo é um grande "amortecedor de choques".
Bem-aventurados são aqueles que amam seus companheiros mais do que qualquer outra pessoa no mundo e que cumprem com alegria seus votos de casamento com uma vida inteira de fidelidade e respeito mútuos.
Bem-aventurados são aqueles que alcançam a paternidade, pois os filhos são herança do Senhor.
Bem-aventurados os que se lembram de agradecer a Deus por sua comida antes de tomá-la, e que separam tempo para a leitura de Bíblia e oração diariamente.
Bem-aventurados os cônjuges que nunca levantam a voz para o outro e que fazem de seu lar um lugar onde palavras desencorajadoras são pouco ouvidas.
Bem-aventurado o casal que fielmente vai à igreja e que trabalha junto para a expansão do reino de Deus.
Bem-aventurado o marido e a esposa que sabem lidar com suas diferenças e se ajustam sem a interferência dos parentes.
Bem aventurado é o casal que tem um completo entendimento das finanças e que consegue uma parceria perfeita onde todo o dinheiro está sob o controle dos dois.
Bem-aventurados são o esposo e a esposa que humildemente dedicam suas vidas e seu lar a Deus e que praticam seus ensinamentos sendo leais, amorosos e não egoístas.

fonte- Click Família

quarta-feira, 7 de julho de 2010

A COMUNICAÇÃO CONJUGAL

Por: Pr.Gerson Avena da Silva

Não é receita de bolo, mas apresentamos algumas dicas para aperfeiçoar a comunicação no seu casamento.
Reservem tempo para passar juntos
Neste mundo ocupado, você descobrirá que mais e mais áreas da vida exigem do seu tempo.  Não é raro que reservemos tempo para compromissos menos importantes do que compartilhar com a pessoa mais importante da nossa vida, o seu futuro cônjuge.
É provável que você passe mais tempo de qualidade compartilhando coisas durante o seu namoro do que depois que casarem.É importante que comecem agora a separar um tempo para que os dois escutem um ao outro e compartilhem seus pensamentos.
Fale apenas por si mesmoConscientizem-se dos seus próprios pensamentos e sentimentos, e assumam a responsabilidade de comunicá-los um ao outro. Ninguém pode falar por você, exceto você mesmo!  Use frases com "eu":  "Eu estou me sentindo triste porque...."; "Acho que precisamos abordar o problema dessa maneira, porque...."No momento, estou realmente machucado";  "Quero lhe contar como vejo esta situação..."; "Eu me sinto assim:..".
A comunicação começa a ficar tensa quando você começa dizendo ao seu parceiro aquilo que ele pensa e sente ou como ele deveria pensar ou sentir.
Entenda que o seu parceiro percebe as coisas de modo diferente do seuVocês nunca verão tudo exatamente do mesmo modo porque vocês vêm de famílias diferentes e com estilos de vida diferentes.  Diferente não significa "errado"; não significa "ruim"; significa apenas "diferente".  Às vezes vocês terão que concordar em discordar.
Talvez seja necessário dizer: "Bem, acho que nós realmente enxergamos isso de modo diferente."
A má comunicação muitas vezes resulta da nossa tentativa de provar que estamos certos. Pergunte a si mesmo se prefere estar certo ou estar feliz.  Às vezes você não pode ter ambas as coisas.  Se você não estiver interessado em escutar o ponto de vista do seu parceiro, você simplesmente não valoriza aquilo que ele ou ela pensa e sente.
Escute, realmente escuteEscute - não somente o que está sendo dito,  mas à mensagem total que está sendo enviada.  Lembre que menos da metade da sua mensagem está sendo comunicada verbalmente, através de palavras ou do tom de voz.  É importante escutar também as mensagens não-verbais do corpo, pois essas mensagens freqüentemente lhe darão pistas de como o seu parceiro está se sentindo.

Confirme aquilo que o seu parceiro está dizendoIsso se consegue deixando o parceiro saber o que escutamos ele dizer, e perguntando se o entendemos corretamente.  Isso permite que ele corrija quaisquer mal-entendidos.  Confirmar se entendemos reduz a adivinhação e a má interpretação - uma armadilha em que muitos caem.  Lembre que você pode apenas falar por si mesmo e não pelo outro.  Se tentar adivinhar o que o outro pensa, estará falando pelo seu parceiro!   Confirmar o que foi dito também permite que a outra pessoa saiba que você prestou atenção e que a valoriza suficientemente para assegurar-se que entendeu aquilo que está sendo discutido.
Tempo, honestidade, clareza, respeito, valorização e amor de um pelo outro ajudarão os dois na arte da comunicação. A comunicação é uma habilidade que pode ser aprendida e melhorada, porém leva tempo.
Você valoriza o seu futuro cônjuge e as coisas que ele diz?  Ele valoriza os seus pontos de vista?  Vocês gastam tempo compartilhando seus pensamentos e sentimentos?  Que tipo de ouvinte é você?  Atento, passivo, seletivo ou uma combinação dos três?  Como você avaliaria as atuais habilidades de comunicação dos dois, como casal?  Excelente? Médio? Precisando melhorar?
A escolha é sua, e a escolha que vocês fizerem afetará o tipo de casamento que terão.

Fonte- Click Família

Aprendendo com o silêncio de Deus


Na jornada da vida cristã, sabemos que sempre vamos enfrentar obstáculos, dificuldades, provações, tentações e outras mais que acabam contribuindo para o nosso próprio crescimento (Jo 16:33).
Como todo cristão verdadeiro – não de nome ou hereditariedade – sabe que os problemas dessa vida, sempre serão superados na pessoa de Jesus Cristo, mesmo que eles pareçam invencíveis.
Quando olhamos para a vida de Jó, além das suas qualidades como cidadão e homem de Deus (Jó 1:1,8), também encontramos nele, um exemplo louvável de convicção, fé e esperança (Jó 13:15) . Jó transmite uma personalidade caracterizada pelo ser, não pelo ter (Jó 2:10). Ele perde seus bens, ainda mantém sua convicção. Perde seus filhos, e ainda permanece fiel. Jó perde a sua própria saúde, mas guarda esperança. Jó sofreu um grande impacto ao ver que já não podia mais contar com sua esposa, mas mesmo assim a sua fé não é abalada (Jó 1:21).
A história de Jó ao ser lida com espiritualidade e fé, nos traz esperança e motivação para vencer qualquer peleja da vida. Mas se olharmos bem a fundo no livro, veremos que Jó enfrentou um dos maiores dilemas das aflições da vida. O silêncio de Deus (Jó 31:35).
Quantos já não passaram por esse momento angustiante? Adversidades, problemas um atrás do outro, tudo dando errado, e quando pedimos uma resposta do céu, ela não vem. Parece que estamos sozinhos, achamos que Deus não se importa conosco, e não sabemos como agir diante de tudo isso. Neste momento enfrentamos o silêncio de Deus em nossa vida.
Como na vida de Jó e também em nossas vidas, o silêncio de Deus permite que nos tornemos melhores do que antes da dificuldade. Pessoas mais maduras, mais crentes, com um testemunho de experiência em Deus, como descreveu Jó (42:3-5).
O silêncio de Deus em nossas vidas, também traz experiências que nos servem como exemplos, para entendemos a posição do nosso Deus, quando ficamos em silêncio, não falando com Ele e nem o ouvindo. Muitos definem oração como central de atendimento ao consumidor, buscando falar com Deus – ou melhor, falar para Deus – sobre suas necessidades, anseios, dúvidas, expectativas e qualquer outra coisa proveniente do seu ego. Muitos não veem oração como diálogo com o Todo Poderoso. Apenas lançam suas ansiedades sobre Ele, mas não tem um só minuto de diálogo para ouvi-lo. Mas ainda existem alguns piores, que há muito tempo silenciaram com Deus, já não falam com Ele mais, dizem ser a imagem do Criador, mas esse Criador já não ouve a voz da sua criatura a um bom tempo.
Se você, como Jó, já experimentou o silêncio de Deus em sua vida, e soube quão terrível é essa solidão. Não de as costas para o seu Criador, silenciando com ele. Pois ele quando se cala, é porque está trabalhando pela sua vida, e não por rejeição a você. Faça da oração, o momento mais agradável do seu ser. Chore, silencie por alguns minutos e ouça o que Ele tem a dizer, desabafe, faça sua lamentação, reclame, peça, e nunca de deixe de adorá-lo.
O mais importante de tudo isso. Nunca fique em silêncio para Deus. Ele quer sempre ouvir sua voz.
Por Luciano Vieira- Escritura em Foco

terça-feira, 6 de julho de 2010

Adolescentes começam a beber cada vez mais cedo


No Brasil, 80% dos adolescentes já beberam alguma vez na vida e 22% dos jovens estão sob risco de desenvolver dependência de álcool. O que os pais podem fazer?

Júlio deu o primeiro gole em uma bebida alcoólica aos 12 anos. O pai deixou que ele experimentasse um pouco do vinho durante um jantar. Aos 14, ele já conhecia os efeitos de um porre. E, aos 16, o estudante acumulava histórias e vexames por conta do excesso de bebida. Desde uma briga com a namorada – ele foi colocado para fora da festa por um segurança - até um striptease no balcão de um bar. Mas, para os pais, o garoto é um santo. “Na frente deles, em festas de família, eu só bebo moderadamente. Na vida real, para ser descolado, todo mundo tem que beber”, diz. 

Cerveja, vodca, vinho e uísque. Proibidas para menores de 18 anos, as bebidas alcoólicas estão cada vez mais presentes na rotina dos adolescentes. Sem limites e sem conhecimento dos pais, jovens em idade escolar têm acesso livre aos drinques carregados de álcool em festas de formatura, baladas ou bares. “Os jovens não enxergam a bebida como algo ruim por causa da legalidade da bebida e do fácil acesso. O que eles não sabem é que o álcool pode causar vários danos à saúde e também é uma porta de entrada para outras drogas”, explica Ilana Pinsky, vice-presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead). 



Apesar da legislação, a dificuldade para comprar uma bebida é quase inexistente. Ao contrário, a compra é facilitada. Adolescentes frequentam festas conhecidas como open-bar, em que alguns tipos de bebidas são distribuídas livremente para quem pagou o valor da entrada. Organizadas por empresas especializadas em eventos, essas festas são um paraíso para os teens. “Em geral, eles não pedem o meu documento. Quando alguém pede meu RG, mostro o documento falsificado”, conta Roberta, 16 anos, primeiro trago aos 14. Ela gasta R$ 50 de sua mesada quando vai a uma balada open-bar, com direito a beber água, refrigerante, cerveja, catuaba, vodca e jurupinga (uma espécie de combinação de vinhos) à vontade.

Os dados sobre o tema são preocupantes. Segundo pesquisa divulgada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), 80% dos adolescentes já beberam alguma vez na vida e 33% dos alunos do ensino médio consumiram álcool excessivamente no mês anterior à pesquisa. Outro estudo, realizado pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) com universitários, mostrou que 22% dos jovens estão sob risco de desenvolver dependência de álcool. Mais um indício: de acordo com o departamento de comunicação dos Alcoólicos Anônimos, o número de jovens em busca das reuniões aumentou significativamente nos últimos cinco anos. “Era um cenário esperado. Os jovens consomem muito álcool e há uma preocupação, do ponto de vista médico, porque isso ocorre cada vez mais cedo”, diz o médico Arthur Guerra de Andrade, do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo) e autor do estudo do Senad.
Beber demais não é uma característica apenas do jovem brasileiro. Nos Estados Unidos, uma pesquisa feita com adolescentes com idades entre 14 e 17 anos revelou que 39% declararam ter consumido álcool no mês que antecedeu o estudo - número 11% maior do que encontrado no levantamento anterior, realizado em 2008. Outro levantamento realizado no Reino Unido mostrou que 29% dos jovens com 16 e 17 anos afirmaram ter bebido alguma vez na vida porque estavam entediados. 

Companhia paterna - Quase metade dos adolescentes experimentou álcool pela primeira vez porque os pais ofereceram. “Promover festas de 15 anos com álcool é algo extremamente equivocado. Jovens menores de 18 anos não devem – e não podem tomar. Ao fazer isso, você dá uma noção de que beber com essa idade é normal e aceitável”, diz Pinsky. “Quanto mais precoce o uso do álcool, maior o risco de dependência. O consumo de qualquer droga altera funcionamento cerebral. Essa alteração predispõe a outros distúrbios comportamentais”, explica a psiquiatra Analice Gigliotti, chefe do setor de dependência química da Santa Casa do Rio de Janeiro.

No cérebro, o álcool age principalmente no hipocampo, pequena estrutura localizada nos lobos temporais, principal sede da memória, segundo explica Célia Roesler, neurologista da Academia Brasileira de Neurologia. “Quando um adolescente bebe muito, acaba causando danos nesse hipocampo. Assim, a memória fica ruim e prejudica o aprendizado e a motivação”, diz Roesler.

A justificativa geral dos adolescentes para o consumo da bebida durante as saídas é a coragem. “O álcool bloqueia a inibição. Coisas que uma pessoa não faria sóbria, ela faz alcoolizada. E isso é um grande risco”, completa Roesler.

Os médicos são unânimes em afirmar que o corpo de um adolescente não está preparado para ingestão de bebidas alcoólicas e que não existem doses seguras para o consumo. “Em primeiro lugar, beber em excesso não faz bem para ninguém. Pior para os adolescentes, que estão passando pelo período de crescimento, em que todas as células do corpo estão se desenvolvendo. O álcool envenena todas essas células e pode acarretar danos a todos os órgãos em formação”, diz Mauricio Castro de Souza Lima, hebiatra (médico especialista em adolescência) do Instituto da Criança.
Natalia Cuminale

Fonte: Abril.com

domingo, 4 de julho de 2010

Crianças adotadas rejeitam adoção gay enquanto legislação de “casamento” gay avança na Argentina

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
BUENOS AIRES, Argentina, 9 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — À medida que a legislação de “casamento” homossexual está sendo debatida no senado argentino, um grupo de crianças adotadas está falando publicamente contra a adoção por duplas gays, de acordo com ACI Prensa.
Falando na Rádio Cultura, uma estação de Buenos Aires, os adolescentes disseram que as crianças deveriam ter a mesma oportunidade que eles tiveram de crescer com um pai e uma mãe.
“Dizemos ‘não’ à adoção homossexual. Nós crianças queremos crescer numa família que consiste de uma mãe que é uma mulher e de um pai que é um homem. Esse é o jeito natural, mas não é assim com uma dupla homossexual”, os adolescentes disseram ao entrevistador do programa no domingo.
“Estamos felizes com nossas mães e pais e queremos que todas as crianças tenham a oportunidade de tê-los”.
A legislação de “casamento” gay na Argentina já passou na Câmara dos Deputados, e está agora numa comissão do senado.
A lei argentina atualmente segue a definição padrão de matrimonio, permitindo que só um homem e uma mulher se casem um com o outro. Contudo, os ativistas homossexuais estão pressionando o governo na questão, obtendo permissão para “casar” mediante juízes locais, cujas interpretações da lei e da constituição têm repetidamente sido rejeitadas pelos tribunais nacionais.
Fonte- Julio Severo

Você apoia o aborto? Então você nunca foi cristão





Não acredito que alguém que professe uma fé verdadadeira em Cristo, consiga enxergar a questão do aborto – ainda que seja em estupro – como mal necessário.
Se você é verdadeiramente cristão, e é um seguidor legítimo de Jesus, leia os versículos abaixo, medite e depois diga que se continuara ser contra vida de inocentes.
A Bíblia, a Sagrada Palavra de Deus, defende que o ser humano assume a sua individualidade e existência desde o momento da concepção (Salmo 139:12-19; Job 10:8-12; 31:15; 34:19; Salmo 119:73; Eclesiastes 11:5; Salmo 22:9-10; 71:6; Jeremias 1:5; Isaías 49:1, 5; 46:3-4; Lucas 1:41; 2:22; 18:15). A Palavra de Deus fala por si própria. 
Nem ainda as trevas me escondem de ti; mas a noite resplandece como o dia; as trevas e a luz são para ti a mesma coisa.  Pois possuíste o meu interior; entreteceste-me no ventre de minha mãe.  Eu te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.  Os meus ossos não te foram encobertos, quando no oculto fui formado e entretecido como nas profundezas da terra.  Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no teu livro todas estas coisas foram escritas, as quais iam sendo dia a dia formadas, quando nem ainda uma delas havia.  E quão preciosos são para mim, ó Deus, os teus pensamentos! Quão grande é a soma deles!  Se os contasse, seriam em maior número do que a areia; quando acordo, ainda estou contigo. 
Ó Deus! Tu matarás, decerto, o ímpio! Apartai-vos, portanto, de mim, homens de sangue. Salmos 139:12-19 RC 
As tuas mãos me fizeram e me afeiçoaram; dá-me inteligência para que aprenda os teus mandamentos. Salmos 119:73 RC 
Mas tu és o que me tiraste do ventre; o que me preservaste estando ainda aos seios de minha mãe.  Sobre ti fui lançado desde a madre; tu és o meu Deus desde o ventre de minha mãe. Salmos 22:9-10 RC 
Por ti tenho sido sustentado desde o ventre; tu és aquele que me tiraste do ventre de minha mãe; o meu louvor será para ti constantemente. Salmos 71:6 RC 
As tuas mãos me fizeram e me entreteceram; e, todavia, me consomes.  Peço-te que te lembres de que, como barro, me formaste, e de que ao pó me farás tornar.  Porventura, não me vazaste como leite e como queijo me não coalhaste?  De pele e carne me vestiste e de ossos e nervos me entreteceste.  Vida e beneficência me concedeste; e o teu cuidado guardou o meu espírito. Jó 10:8-12 RC 
Aquele que me formou no ventre não o fez também a ele? Ou não nos formou do mesmo modo na madre? Jó 31:15 RC 
Quanto menos àquele que não faz acepção da pessoa de príncipes, nem estima o rico mais do que o pobre; porque todos são obra de suas mãos. Jó 34:19 RC
Assim como tu não sabes qual o caminho do vento, nem como se formam os ossos no ventre da que está grávida, assim também não sabes as obras de Deus, que faz todas as coisas. Eclesiastes 11:5 RC 
Antes que eu te formasse no ventre, eu te conheci; e, antes que saísses da madre, te santifiquei e às nações te dei por profeta. Jeremias 1:5 RC 
Ouvi-me, ilhas, e escutai vós, povos de longe! O SENHOR me chamou desde o ventre, desde as entranhas de minha mãe, fez menção do meu nome. Isaías 49:1 RC 
E, agora, diz o SENHOR, que me formou desde o ventre para seu servo, que eu lhe torne a trazer Jacó; mas Israel não se deixou ajuntar; contudo, aos olhos do SENHOR, serei glorificado, e o meu Deus será a minha força. Isaías 49:5 RC 
Ouvi-me, ó casa de Jacó e todo o resíduo da casa de Israel; vós, a quem trouxe nos braços desde o ventre e levei desde a madre.  E até à velhice eu serei o mesmo e ainda até às cãs eu vos trarei; eu o fiz, e eu vos levarei, e eu vos trarei e vos guardarei.
Isaías 46:3-4 RC
 
E aconteceu que, ao ouvir Isabel a saudação de Maria, a criancinha saltou no seu ventre; e Isabel foi cheia do Espírito Santo, Lucas 1:41 RC 
E, cumprindo-se os dias da purificação, segundo a lei de Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor Lucas 2:22 RC 
E traziam-lhe também crianças, para que ele as tocasse; e os discípulos, vendo isso, repreendiam-nos.
Lucas 18:15 RC
 
4 – A realização de um aborto apenas devido à vontade de alguém, incluindo a mãe, é uma ofensa contra a vida e deve ser considerada um crime contra as leis de Deus (Gênesis 9:5-6; Êxodo 20:13;21:12,14,22-23; 23:7; Levítico 24:17; Números 35:31; Deuteronómio 5:17; 27:25), o Senhor da Vida. 
E certamente requererei o vosso sangue, o sangue da vossa vida; da mão de todo animal o requererei, como também da mão do homem e da mão do irmão de cada um requererei a vida do homem.  Quem derramar o sangue do homem, pelo homem o seu sangue será derramado; porque Deus fez o homem conforme a sua imagem.
Gênesis 9:5-6 RC
 
Não matarás.
Êxodo 20:13 RC
Quem ferir alguém, que morra, ele também certamente morrerá;
Êxodo 21:12 RC
 
Mas, se alguém se ensoberbecer contra o seu próximo, matando-o com engano, tirá-lo-ás do meu altar para que morra.
Êxodo 21:14 RC
 
Se alguns homens pelejarem, e ferirem uma mulher grávida, e forem causa de que aborte, porém se não houver morte, certamente aquele que feriu será multado conforme o que lhe impuser o marido da mulher e pagará diante dos juízes.  Mas, se houver morte, então, darás vida por vida,
Êxodo 21:22-23 RC
 
De palavras de falsidade te afastarás e não matarás o inocente e o justo; porque não justificarei o ímpio.
Êxodo 23:7 RC
 
E quem matar a alguém certamente morrerá. Levítico 24:17 RC
e não tomareis expiação pela vida do homicida, que culpado está de morte; antes, certamente morrerá.
Números 35:31 RC
  
Não matarás.
Deuteronômio 5:17 RC

Maldito aquele que tomar suborno para matar a alguma pessoa inocente! E todo o povo dirá: Amén! Deuteronômio 27:25 RC

FONTE - Família Em Foco

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Filhos que Dão Prazer ao Senhor


Um grande navio está partindo do porto. Adiante deste navio vai um navio pequenino abrindo caminho. Tendo navegado nesse porto muitas vezes, o capitão do navio menor conhece cada perigo do porto e assim é capaz de ajudar o capitão do navio maior a evitar sério contratempo. De modo muito semelhante, os pais estão preparando os filhos para levarem vidas independentes num mundo perigoso. A Bíblia observa que "o ornato dos jovens é a sua força, e a beleza dos velhos, as suas cãs (Provérbios 20:29). Cabelos grisalhos, por serem de costume associados com idade avançada, representam freqüentemente sabedoria e experiência. Os pais já aprenderam sobre alguns dos perigos da vida e experimentaram outros, e estão assim capacitados a ajudar seus filhos a evitar muitos erros sérios . . . se os filhos aceitarem ser guiados por seus pais!
Filhos, obedecei a vossos pais!
O apóstolo Paulo afirmou que os filhos têm responsabilidade em obedecer a seus pais. Ele escreveu aos efésios, "Filhos, obedecei a vossos pais no Senhor, pois isto é justo" (Efésios 6:1). É interessante que Paulo não escreveu, "Pais, façam com que vossos filhos vos obedeçam." Naturalmente os pais são responsáveis por ensinar e corrigir seus filhos, mas Paulo dirigiu-se aos filhos e colocou sobre eles a responsabilidade por obedecer a seus pais. É certamente verdade que esses pais têm que instruir seu filhos a seguir a trilha da justiça, mas os filhos não são robôs. Eles também têm uma vontade e podem resolver não aceitar a disciplina de seus pais. Assim, o apóstolo Paulo mandou que os filhos se submetam à vontade de seus pais.
Os filhos têm que obedecer a ambos os pais. Freqüentemente os filhos obedecem ao pai que é mais provável que os castiguem e desatendem as instruções do outro! A palavra que é traduzida "pais" em Efésios 6:1 é uma palavra geral que inclui ambos, mãe e pai. Os primeiros nove capítulos do livro de Provérbios foram escritos como se um pai estivesse escrevendo ao seu filho. O autor começa seu conselho a seu filho com o seguinte: "Filho meu, ouve o ensino do teu pai e não deixes a instrução de tua mãe. Porque serão diadema de graça para a tua cabeça e colares, para o teu pescoço" (Provérbios 1:8-9). Observe que o filho precisa seguir a instrução de ambos, pai e mãe.
Aos colossenses, Paulo escreveu a respeito do alcance desta obediência dos filhos: "Filhos, em tudo obedecei a vossos pais, pois fazê-lo é grato diante do Senhor" (Colossenses 3:20). O filhos deverão obedecer a seus pais quer entendam ou não a razão da ordem dos pais, quer concordem e gostem ou não da ordem dos pais. A verdadeira prova de obediência é quando nos é mandado fazer alguma coisa contra nossas inclinações ou vontade.
Observamos que Paulo escreveu aos efésios que os filhos deveriam obedecer a seus pais "no Senhor." A frase "no Senhor" deveria estar ligada com "obedecer" antes que com a palavra "pais." Paulo não estava sugerindo que os filhos deveriam obedecer a seus progenitores somente se seus pais e mães fossem cristãos (no Senhor") mas, que os filhos devem obedecer a seus pais enquanto tal obediência não conflite com seus deveres para com Cristo. Pedro exprimiu o mesmo princípio quando reprovado pelo Sinédrio judeu por pregar Jesus Cristo; "antes, importa obedecer a Deus do que aos homens" (Atos 5:29). "No Senhor" constitui a única limitação imposta à obediência de um filho.
Paulo escreveu que os filhos obedecerem "é justo" (Efésios 6:1). Aos colossenses ele escreveu que obedecer assim "é grato diante do Senhor" (3:20). Muitas pessoas, incluindo alguns pais, acreditam que a desobediência é uma coisa natural com os filhos e precisa ser tolerada pelos pais. Contudo, a Bíblia revela que Deus considera ser a desobediência pelos filhos uma coisa séria. O escritor de Provérbios oferece a seguinte dura advertência a quem desobedecer qualquer dos pais: "os olhos de quem zomba do pai ou de quem despreza a obediência à sua mãe, corvos no ribeiro os arrancarão e pelos pintãos da águia serão comidos" (Provérbios 30:17). O ponto do autor é claro: aqueles que desobedecem a seus pais sofrerão! Ainda que ninguém vivendo hoje em dia seja responsável por guardar a Lei de Moisés, suas instruções a respeito da desobediência e desrespeito filiais demonstram bem vivamente a atitude do Senhor. A penalidade aplicada a um filho desobediente e rebelde era a morte (Deuteronômio 21:18-21)! O filho que amaldiçoasse ou batesse em seu pai ou em sua mãe era morto por apedrejamento (Êxodo 21:15, 17; Levítico 20:9). Quando Paulo relacionou os vários pecados comuns entre os gentios, ele incluiu "desobedientes aos pais" (Romanos 1:30; veja também 2 Timóteo 3:2).
Filhos, honrai vossos pais!
Muitos países têm certas medalhas de honra para conferir àqueles cidadãos ou soldados que tenham desempenhado algum serviço meritório em favor de seu país. Os pais são pessoas que oferecem serviço especial dia após dia, tomando decisões e fazendo sacrifícios no melhor interesse de seus filhos. Muitos pais prefeririam a honra e o respeito de seus filhos a qualquer medalha de honra. As Escrituras, de fato, ordenam aos filhos que honrem seus pais. O apóstolo Paulo escreveu: "Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra" (Efésios 6:2-3).
Qual é a diferença entre obedecer e honrar nossos pais? O que está envolvido com honrar pai e mãe? Honrar, como a palavra grega sugere, significa valorizar ou considerar altamente, ter em grande estima. Um filho pode submeter-se à vontade de seus pais sem tê-los em alta consideração. Seu motivo para submissão pode ser egoísta por natureza. As Escrituras revelam-nos que a obediência do filho deverá originar-se da alta estima que ele tem por seus pais. Pais nem sempre agem de tal modo que encorajem o respeito de seus filhos, mas os filhos deverão estimar seus pais altamente ... por causa dos mandamentos de Deus a este respeito.
Certamente honrar pai e mãe incluirá obediência, mas esta responsabilidade acarreta muito mais. Os filhos deverão dirigir-se a seus pais com respeito, sem grosseria, sarcasmo ou ridículo. Os filhos demonstram respeito por seus pais ouvindo o que eles têm a dizer. Os escritor de Provérbios aconselhou: "Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe quando vier a envelhecer" (23:22). Os filhos honram a seus pais ajudando-os naquelas tarefas do lar que têm que ser feitas diariamente.
Jesus ensinou que honrar os pais envolvia apoio financeiro em casos de necessidade. Os fariseus criticaram os discípulos de Jesus porque eles não lavavam as suas mãos antes de comer, como exigia a tradição dos antigos. Jesus respondeu observando que os fariseus, eles próprios, invalidavam os mandamentos de Deus de modo a manter suas próprias tradições (Marcos 7:1-8). Com exemplo de sua prática, Jesus citou da Lei de Moisés o mandamento para honrar pai e mãe. Ele observou que os fariseus tinham concebido a tradição pela qual invalidavam este mandamento. Os fariseus ensinavam que um homem poderia declarar como "Corbã" parte dos seus bens com os quais deveriam ajudar seus pais. "Corbã" significava que aqueles bens estavam dedicados ao Senhor e, assim, "santificados," não podiam ser usados para sustentar seus pais. A pior parte desta tradição era que o homem que assim declarasse seus bens como "Corbã" poderia ficar com estes bens e usá-los para si! É fácil de ver que o ponto desta tradição era simplesmente evitar a responsabilidade de uma pessoa para com pai e mãe. A reprovação de Jesus ilustra claramente que a responsabilidade por honrar pai e mãe também incluía assistência financeira quando necessitada.
Escrevendo a Timóteo, Paulo também ressaltou a responsabilidade dos filhos em cuidar de seus pais idosos. Falando da igreja ajudar as viúvas, ele instruiu: "Honra as viúvas verdadeiramente viúvas. Mas se alguma viúva tem filhos ou netos, que estes aprendam primeiro a exercer piedade para com a própria casa e a recompensar a seus progenitores, pois isto é aceitável diante de Deus ... ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente" (1 Timóteo 5:3-4, 8). Nesta passagem, Paulo usou a palavra "honrar" no sentido de auxílio financeiro (veja o versículo 16). Ao mesmo tempo, ele asseverou claramente o dever dos filhos de ajudar ("honrar") seus pais. Tal auxílio é também uma forma de compensação pelo que os pais fizeram por seus filhos. A importância desta responsabilidade é vista na afirmação de Paulo que o crente que não cuida dos membros de sua própria família negou a fé. É evidente que as responsabilidade de um jovem para com pai e mãe não termina quando ele sai de casa. Em conclusão, é impossível servir a Deus aceitavelmente enquanto se negligencia os próprios pais! Não se pode honrar a Deus enquanto se recusa a obedecer Seus mandamentos, incluindo o dever de honrar seus pais.
O Plano de Deus é Melhor
Jesus, nosso grande exemplo, foi submisso a seus pais. Ainda que Ele fosse a Divindade em carne, ele seguia o plano de Deus para a família (Lucas 2:51). Deus estabeleceu seu plano para nossas famílias porque ele deseja nossa felicidade e sabe que tipo de relações são mais satisfatórias e mais recompensadoras para nós. Quando a vontade de Deus é negligenciada, resultam a aflição e a miséria. É verdade geral que os filhos que obedecem e honram seus pais vivem mais, têm vidas mais felizes e, mais importante, estão agradando a Deus!


Fonte- Família em Foco