sábado, 11 de setembro de 2010

Lista dos deputados federais que votaram a favor do aborto





Nomes dos deputados federais do Brasil a favor do aborto até o nono mês de gestação.  


Esses deputados federais assinaram um recurso para que o Plenário da Câmara dos Deputados delibere sobre o PL 1.135/91, após terem perdido na comissão na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara.


Esses deputados abortistas estão nesta lista que você confere agora por estado e partido:


ACRE (01)


Nilson Mourão – PT/AC

AMAPÁ (03)Dalva Figueiredo – PT/AP

Evandro Milhomen – PCdoB/AP

Janete Capiberibe – PSB/AP

AMAZÔNIA (01)Vanessa Grazziotin – PCdoB/AM

BAHIA (06)Nelson Pellegrino – PT/BA

Zezéu Ribeiro – PT/BA

Daniel Almeida – PCdoB/BA

Alice Portugal – PCdoB/BA

Roberto Britto – PP/BA

Severiano Alves – PDT/BA

CEARÁ (04)José Guimarães – PT/CE

Eudes Xavier – PT/CE

Chico Lopes – PCdoB/CE

Flávio Bezerra – PMDB/CE

DISTRITO FEDERAL (01)Magela – PT/DF

ESPÍRITO SANTO (01)

Iriny Lopes – PT/ES

GOIÁS (01)Rubens Otoni – PT/GO

MARANHÃO (02)Domingos Dutra – PT/MA

Sarney Filho – PV/MA

MINAS GERAIS (03)Virgílio Guimarães – PT/MG

Jô Moraes – PCdoB/MG

Edmar Moreira – DEM/MG

MATO GROSSO (01)Carlos Abicalil – PT/MT

MATO GROSSO DO SUL (01)Antônio Carlos Biffi – PT/MS

PARÁ (04)Paulo Rocha – PT/PA

Beto Faro – PT/PA

Zé Geraldo – PT/PA

Asdrubal Bentes – PMDB/PA

PARANÁ (02)Angelo Vanhoni – PT/PR

Max Rosenmann – PMDB/PR

PERNANBUCO (07)Pedro Eugênio – PT/PE

Fernando Ferro – PT/PE

Maurício Rands – PT/PE

Raul Jungmann – PPS/PE

Silvio Costa – PMN/PE

Ana Arraes – PSB/PE

Inocêncio Oliveira – PR/PE

RIO DE JANEIRO (05)Jorge Bittar – PT/RJ

Carlos Santana – PT/RJ

Edmilson Valentim – PCdoB/RJ

Chico Alencar – PSOL/RJ

Brizola Neto – PDT/RJ

RIO GRANDE DO NORTE (01)Sandra Rosado – PSB/RN

RIO GRANDE DO SUL (04)Marco Maia – PT/RS

Luciana Genro – PSOL/RS

Pompeo de Mattos – PDT/RS

Darcísio Perondi – PMDB/RS

RONDÔNIA (01)Eduardo Valverde – PT/RO

RORAIMA (01)Francisco Rodrigues – DEM/RR

SÃO PAULO (13)José Genoíno – PT/SP

Paulo Teixeira – PT/SP

Jilmar Tatto – PT/SP

Vicentinho – PT/SP

Cândido Vaccarezza – PT/SP

Devanir Ribeiro – PT/SP

José Mentor – PT/SP

Cláudio Magrão – PPS/SP

Arnaldo Jardim – PPS/SP

Ivan Valente – PSOL/SP

Regis de Oliveira – PSC/SP (12)

Paulo Pereira da Silva (Paulinho da Força) – PDT/SP

Dr. Ubiali – PSB/SP



AO TODO 63 DEPUTADOS ASSIM DIVIDIDOS POR PARTIDO
1. PT 31 Deputados (49,20 %)
2. PC do B 07 Deputados (11,11 %)
3. PSB 04 Deputados (6,33 %)
4. PDT 04 " "
5. PMDB 04 " "
6. PSOL 03 " (4,76 %)
7. PPS 03 " "
8. DEM 02 " (3,17 %)
9. PMN 01 " (1,58 %)
10. PR 01 " "
11. PV 01 " "
12. PSC 01 " "
13. PP 01 " "



Fonte- Escritura em Foco

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Os dois momentos perigosos na vida...

Pr. Josué Gonçalves
Há dois momentos na vida que são perigosos, principalmente quando não há profundidade de caráter e nem vida espiritual consistente. O primeiro é quando se está no topo da montanha do sucesso; quando tudo o que se faz dá certo, quando as coisas acontecem melhor do que planejamos; quando tudo é motivo para celebração ou quando se alcançou uma posição de relevância e respeitabilidade. Você já ouviu dizer que o "sucesso é um terreno minado?" 


Vamos usar como ilustração, a "pirâmide do sucesso". Enquanto você está na parte baixa da pirâmide, o espaço para os seus movimentos é grande. Poucos o conhecem, ninguém presta muita atenção em você e suas ações não representam perigo ou ameaça... Esse é um tempo relativamente tranqüilo.

Enquanto o profeta Daniel era apenas mais um escravo na Babilônia, ninguém prestava atenção nele. Porém, na medida em que ele foi "subindo de posto", sendo reconhecido como alguém que estava fazendo toda a diferença no reino de Nabucodonosor, o espaço para os seus movimentos foi diminuindo. Cada degrau que ele subia se expunha mais e era mais observado, analisado, notado, vigiado e perseguido. Chegaram ao ponto de vasculhar a sua vida para ver se achavam algo que comprometesse a sua integridade de caráter: "Então os presidentes e os Sátrapas procuravam achar alguma prova contra Daniel, a respeito do reino, mas não conseguiam localizar nada que pudesse incriminá-lo ou culpá-lo por alguma coisa, porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum vício nem culpa. Então esses homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus"(Dn 6.4,5; grifo do autor).

O sucesso é muito perigoso, porque a tendência de quem está "no topo" é a de relaxar, de "baixar a guarda" e acreditar naquilo que não é verdade, ou seja, pensar possuir aquilo que, na verdade, não possui.

Diz a Bíblia que Daniel, como integrante do governo da Babilônia, conseguiu superar todas essas tentações; e se manteve íntegro e fiel a Deus, apesar de ter chegado ao "topo da pirâmide" do sucesso.

Alguém disse: "Dê poder a um homem, e conhecerás o seu verdadeiro caráter". Disse J. Blanchard: "Se o diabo não puder usar o fracasso para derrubar você, ele usará o sucesso". Os homens que têm sua vida construída segundo os princípios das Escrituras Sagradas não se perdem quando conquistam posições elevadas ou assumem qualquer tipo de poder. Pelo contrário, eles glorificam a Deus através de suas vidas.

Se este é o seu melhor momento, se você está experimentando sucesso em muitas áreas da vida, viva de forma criteriosa e disciplinada. Desenvolva sua comunhão com Deus, não tire os olhos de Jesus, vença a tentação de se relaxar, "baixando a guarda" e se tornando uma presa fácil do Inimigo. É no topo, no degrau mais alto, que o homem deve reconhecer que foi Deus quem o colocou ali. E esse reconhecimento é a sensação mais maravilhosa que pode ocorrer aos nossos olhos!

Os homens verdadeiramente grandes são aqueles que reconhecem a sua pequenez diante da grandeza do Criador Eterno, o Senhor Deus Todo-Poderoso. João Batista, aquele que veio preparar o caminho do Senhor, disse: "É necessário que ele cresça e que eu diminua" (Jo 3.30).

O segundo momento mais perigoso na vida é o tempo das perdas. O apóstolo Paulo chama esse tempo de dia mal: "Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir ao dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes" (Ef 6.13). Jesus começa a parábola falando de um pai que experimenta esse tempo. De repente, o filho caçula, aquele que todo pai sempre tem um cuidado especial, se rebela, manifestando algo extremamente maligno, destrutivo e inadmissível. Ele diz: "Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence". Ele pede a sua parte da herança (Lc 15.12), porque deseja ir embora de casa.

Naquele tempo, a herança só era dividida após a morte do pai. A atitude desse filho estava sendo uma afronta, um desrespeito, uma agressão. Nas entrelinhas, ele estava dizendo: "Você não faz mais sentido na minha vida... Cansei. Para mim, se você morresse seria melhor". Se coloque no lugar de um pai que passou por isso e tente dimensionar a dor em sua alma.

Quanto vale um filho? Só quem gera, educa, protege, cura, sustenta e investe sabe qual é a intensidade da dor da perda de um filho.

Lembro-me de uma história que ouvi de uma mãe. Ela estava dando banho em um filho, quando ouviu os gritos de desespero da filha pequena no outro quarto. Ela então foi ver o que estava acontecendo. Para seu espanto, o outro irmão estava enforcando a irmãzinha. Ela pega a criança, já toda roxa e desfalecendo, e, desesperada, coloca a menina no carro e sai em direção ao hospital. Ao chegar no hospital, ela ficou sabendo que a tragédia era muito maior do que se podia imaginar. A criança socorrida não havia resistido. E, ao sair com o carro, às pressas, ela, sem perceber, passou com o veículo por cima do filho. E aquele outro filho, que estava tomando banho, por ser muito pequeno, acabou se afogando na banheira.

Jó também experimentou a dor da perda, pois em um único dia, ele presenciou o sepultamento de seus dez filhos. Toda perda de grande valor gera crise, e o grande desafio nesse tempo é: o que fazer para não se perder com as perdas?

Quantas pessoas, ao perder alguém ou algo de valor significativo, acabam se perdendo? Esposas que se perdem ao perder o marido; moças que se perdem ao perder um namorado; filhos que se perdem ao perder os pais; empresários que se perdem ao perder sua empresa!

Para os chineses, crise pode significar duas coisas: "perigo" ou "oportunidade de crescimento". Tudo depende da leitura que cada um faz.

O pai do "filho pródigo" fez uma leitura positiva da crise. É só observar a maneira como ele se comporta. Ele não desistiu dos seus projetos, dizendo: "Arrependo-me de ter gerado filhos". Pelo contrário, ele continuou acreditando nos filhos como herança do Senhor (Sl 127.3). Não desistiu deles. A maneira como você responde aos desafios em tempo de crise revela o tipo de leitura que você está fazendo do próprio Deus.

Há dois homens na Bíblia, cuja biografia serve de inspiração para todos nós. Os dois passaram por caminhos de aflições e souberam fazer uma leitura muito positiva das perdas que enfrentaram.

O primeiro é José, filho de Jacó com Raquel (Gn 30.22-24). Ele perdeu tudo ao ser vendido, como escravo, pelos próprios irmãos. O impressionante da história de José é que ele chegou ao Egito como escravo (Gn 37.36) e terminou como príncipe (Gn 41.41). O nome que ele colocou em um dos seus filhos resume como ele encarou as adversidades que enfrentou: "Ao segundo (José) chamou Efraim, e disse: Deus me fez crescer na terra da minha aflição" (Gn 41.52).

O segundo homem que soube fazer uma leitura positiva das adversidades foi o apóstolo Paulo. No capítulo 11 da sua primeira carta aos Coríntios, ele descreve o quanto foi difícil esse tempo de provações.

"...em trabalhos, muito mais; em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes.

Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites, menos um.

Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo;

Em viagens, muitas vezes em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos;

Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez.

Além das coisas exteriores, me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas."

Quem enfraquece, que eu também não enfraqueça? Quem se escandaliza, que eu me não abrase?

Se convier gloriar-me, gloriar-me-ei no que diz respeito à minha fraqueza.

O Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que é eternamente bendito, sabe que não minto.

Em Damasco, o que governava sob o rei Aretas pôs guardas às portas da cidade dos damascenos, para me prenderem.

E fui descido num cesto por uma janela da muralha; e assim escapei das suas mãos" (2 Co 11.23-33).



O apóstolo Paulo nunca se deixou amargar com as experiências amargas que teve; muito pelo contrário, ele enfrentava as adversidades sem perder a doçura. As cartas que ele escreveu na prisão estão carregadas de expressões que revelam sua saúde interior. Só quem é capaz de fazer uma leitura positiva da crise pode declarar:

"E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão..." (Rm 5.3-5; grifo do autor).

É interessante que o apóstolo Paulo diz que a "crise" produz caráter. Quem consegue ter está percepção nunca se perde em meio às tribulações da vida. Pelo contrário, cresce. Este é o propósito de Deus em nos levar ao deserto: lugar de crescimento. Leighton disse: "A adversidade é a poeira do diamante com que os céus costumam polir as suas jóias". Você já parou para observar como a borboleta sofre para chegar a ser o que é?

Certo dia, uma pequena abertura apareceu no casulo. Um homem sentou-se e, por várias horas, ficou observando a borboleta e a forma de como ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então, ela parou de fazer qualquer progresso. Parecia que ela já havia avançado o mais que podia, e não conseguiria ir mais longe. O homem decidiu ajudar a borboleta: pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem e fossem, então, capazes de suportar o corpo que iria se firmar com o tempo. Mas, nada disso aconteceu. A borboleta passou o resto da sua vida rastejando, com um corpo murcho e com as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, com sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia, era que o casulo apertado, e o esforço necessário para a borboleta passar através da pequena abertura, eram o modo com que Deus fazia para que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas tornando-a pronta para voar, uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, Ele nos deixaria aleijados. Nós não seríamos tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar. É por esta razão que:

Quando pedimos Força, Deus nos dá Dificuldades para nos fazer forte.

Quando pedimos Sabedoria, Deus nos dá Problemas para resolver.

Quando pedimos Coragem, Deus nos dá Perigo para superar.

Quando pedimos Amor, Deus nos dá pessoas com Problemas para ajudar.

Quando pedimos Favores, Deus nos dá Oportunidades.

Na maioria das vezes, não recebemos nada do que pedimos, mas recebemos tudo o que precisávamos.

Aqueles que olham para a crise com as lentes do pessimismo, quase sempre são destruídos por ela. Só os otimistas conseguem enxergar oportunidades onde os pessimistas só vêem dificuldades. Se você deseja vencer em tempo de crise, aprenda a fazer uma leitura positiva e otimista das adversidades da vida.

O pai do "filho pródigo" perde, mas, não se perde. Ele vence o absurdo da vida, protegendo a sua alma, guardando o seu coração e se enchendo de esperança. Sei que a maioria já passou ou está passando por um momento de crise. Em um tempo como esse, é necessário compreender que "Deus está no controle de todas as coisas". Ainda que se perca um filho, continue acreditando que filhos são herança do Senhor. Ainda que se perca o cônjuge, continue acreditando que o casamento é um projeto de Deus.

Fonte- Rede de Casais CBS

Os dois momentos perigosos na vida...

Pr. Josué Gonçalves
Há dois momentos na vida que são perigosos, principalmente quando não há profundidade de caráter e nem vida espiritual consistente. O primeiro é quando se está no topo da montanha do sucesso; quando tudo o que se faz dá certo, quando as coisas acontecem melhor do que planejamos; quando tudo é motivo para celebração ou quando se alcançou uma posição de relevância e respeitabilidade. Você já ouviu dizer que o "sucesso é um terreno minado?" 


Vamos usar como ilustração, a "pirâmide do sucesso". Enquanto você está na parte baixa da pirâmide, o espaço para os seus movimentos é grande. Poucos o conhecem, ninguém presta muita atenção em você e suas ações não representam perigo ou ameaça... Esse é um tempo relativamente tranqüilo.

Enquanto o profeta Daniel era apenas mais um escravo na Babilônia, ninguém prestava atenção nele. Porém, na medida em que ele foi "subindo de posto", sendo reconhecido como alguém que estava fazendo toda a diferença no reino de Nabucodonosor, o espaço para os seus movimentos foi diminuindo. Cada degrau que ele subia se expunha mais e era mais observado, analisado, notado, vigiado e perseguido. Chegaram ao ponto de vasculhar a sua vida para ver se achavam algo que comprometesse a sua integridade de caráter: "Então os presidentes e os Sátrapas procuravam achar alguma prova contra Daniel, a respeito do reino, mas não conseguiam localizar nada que pudesse incriminá-lo ou culpá-lo por alguma coisa, porque ele era fiel, e não se achava nele nenhum vício nem culpa. Então esses homens disseram: Nunca acharemos ocasião alguma contra este Daniel, se não a procurarmos contra ele na lei do seu Deus"(Dn 6.4,5; grifo do autor).

O sucesso é muito perigoso, porque a tendência de quem está "no topo" é a de relaxar, de "baixar a guarda" e acreditar naquilo que não é verdade, ou seja, pensar possuir aquilo que, na verdade, não possui.

Diz a Bíblia que Daniel, como integrante do governo da Babilônia, conseguiu superar todas essas tentações; e se manteve íntegro e fiel a Deus, apesar de ter chegado ao "topo da pirâmide" do sucesso.

Alguém disse: "Dê poder a um homem, e conhecerás o seu verdadeiro caráter". Disse J. Blanchard: "Se o diabo não puder usar o fracasso para derrubar você, ele usará o sucesso". Os homens que têm sua vida construída segundo os princípios das Escrituras Sagradas não se perdem quando conquistam posições elevadas ou assumem qualquer tipo de poder. Pelo contrário, eles glorificam a Deus através de suas vidas.

Se este é o seu melhor momento, se você está experimentando sucesso em muitas áreas da vida, viva de forma criteriosa e disciplinada. Desenvolva sua comunhão com Deus, não tire os olhos de Jesus, vença a tentação de se relaxar, "baixando a guarda" e se tornando uma presa fácil do Inimigo. É no topo, no degrau mais alto, que o homem deve reconhecer que foi Deus quem o colocou ali. E esse reconhecimento é a sensação mais maravilhosa que pode ocorrer aos nossos olhos!

Os homens verdadeiramente grandes são aqueles que reconhecem a sua pequenez diante da grandeza do Criador Eterno, o Senhor Deus Todo-Poderoso. João Batista, aquele que veio preparar o caminho do Senhor, disse: "É necessário que ele cresça e que eu diminua" (Jo 3.30).

O segundo momento mais perigoso na vida é o tempo das perdas. O apóstolo Paulo chama esse tempo de dia mal: "Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir ao dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes" (Ef 6.13). Jesus começa a parábola falando de um pai que experimenta esse tempo. De repente, o filho caçula, aquele que todo pai sempre tem um cuidado especial, se rebela, manifestando algo extremamente maligno, destrutivo e inadmissível. Ele diz: "Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence". Ele pede a sua parte da herança (Lc 15.12), porque deseja ir embora de casa.

Naquele tempo, a herança só era dividida após a morte do pai. A atitude desse filho estava sendo uma afronta, um desrespeito, uma agressão. Nas entrelinhas, ele estava dizendo: "Você não faz mais sentido na minha vida... Cansei. Para mim, se você morresse seria melhor". Se coloque no lugar de um pai que passou por isso e tente dimensionar a dor em sua alma.

Quanto vale um filho? Só quem gera, educa, protege, cura, sustenta e investe sabe qual é a intensidade da dor da perda de um filho.

Lembro-me de uma história que ouvi de uma mãe. Ela estava dando banho em um filho, quando ouviu os gritos de desespero da filha pequena no outro quarto. Ela então foi ver o que estava acontecendo. Para seu espanto, o outro irmão estava enforcando a irmãzinha. Ela pega a criança, já toda roxa e desfalecendo, e, desesperada, coloca a menina no carro e sai em direção ao hospital. Ao chegar no hospital, ela ficou sabendo que a tragédia era muito maior do que se podia imaginar. A criança socorrida não havia resistido. E, ao sair com o carro, às pressas, ela, sem perceber, passou com o veículo por cima do filho. E aquele outro filho, que estava tomando banho, por ser muito pequeno, acabou se afogando na banheira.

Jó também experimentou a dor da perda, pois em um único dia, ele presenciou o sepultamento de seus dez filhos. Toda perda de grande valor gera crise, e o grande desafio nesse tempo é: o que fazer para não se perder com as perdas?

Quantas pessoas, ao perder alguém ou algo de valor significativo, acabam se perdendo? Esposas que se perdem ao perder o marido; moças que se perdem ao perder um namorado; filhos que se perdem ao perder os pais; empresários que se perdem ao perder sua empresa!

Para os chineses, crise pode significar duas coisas: "perigo" ou "oportunidade de crescimento". Tudo depende da leitura que cada um faz.

O pai do "filho pródigo" fez uma leitura positiva da crise. É só observar a maneira como ele se comporta. Ele não desistiu dos seus projetos, dizendo: "Arrependo-me de ter gerado filhos". Pelo contrário, ele continuou acreditando nos filhos como herança do Senhor (Sl 127.3). Não desistiu deles. A maneira como você responde aos desafios em tempo de crise revela o tipo de leitura que você está fazendo do próprio Deus.

Há dois homens na Bíblia, cuja biografia serve de inspiração para todos nós. Os dois passaram por caminhos de aflições e souberam fazer uma leitura muito positiva das perdas que enfrentaram.

O primeiro é José, filho de Jacó com Raquel (Gn 30.22-24). Ele perdeu tudo ao ser vendido, como escravo, pelos próprios irmãos. O impressionante da história de José é que ele chegou ao Egito como escravo (Gn 37.36) e terminou como príncipe (Gn 41.41). O nome que ele colocou em um dos seus filhos resume como ele encarou as adversidades que enfrentou: "Ao segundo (José) chamou Efraim, e disse: Deus me fez crescer na terra da minha aflição" (Gn 41.52).

O segundo homem que soube fazer uma leitura positiva das adversidades foi o apóstolo Paulo. No capítulo 11 da sua primeira carta aos Coríntios, ele descreve o quanto foi difícil esse tempo de provações.

"...em trabalhos, muito mais; em açoites, mais do que eles; em prisões, muito mais; em perigo de morte, muitas vezes.

Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites, menos um.

Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo;

Em viagens, muitas vezes em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos;

Em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez.

Além das coisas exteriores, me oprime cada dia o cuidado de todas as igrejas."

Quem enfraquece, que eu também não enfraqueça? Quem se escandaliza, que eu me não abrase?

Se convier gloriar-me, gloriar-me-ei no que diz respeito à minha fraqueza.

O Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que é eternamente bendito, sabe que não minto.

Em Damasco, o que governava sob o rei Aretas pôs guardas às portas da cidade dos damascenos, para me prenderem.

E fui descido num cesto por uma janela da muralha; e assim escapei das suas mãos" (2 Co 11.23-33).



O apóstolo Paulo nunca se deixou amargar com as experiências amargas que teve; muito pelo contrário, ele enfrentava as adversidades sem perder a doçura. As cartas que ele escreveu na prisão estão carregadas de expressões que revelam sua saúde interior. Só quem é capaz de fazer uma leitura positiva da crise pode declarar:

"E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, e a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão..." (Rm 5.3-5; grifo do autor).

É interessante que o apóstolo Paulo diz que a "crise" produz caráter. Quem consegue ter está percepção nunca se perde em meio às tribulações da vida. Pelo contrário, cresce. Este é o propósito de Deus em nos levar ao deserto: lugar de crescimento. Leighton disse: "A adversidade é a poeira do diamante com que os céus costumam polir as suas jóias". Você já parou para observar como a borboleta sofre para chegar a ser o que é?

Certo dia, uma pequena abertura apareceu no casulo. Um homem sentou-se e, por várias horas, ficou observando a borboleta e a forma de como ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco. Então, ela parou de fazer qualquer progresso. Parecia que ela já havia avançado o mais que podia, e não conseguiria ir mais longe. O homem decidiu ajudar a borboleta: pegou uma tesoura e cortou o restante do casulo. A borboleta saiu facilmente, mas seu corpo estava murcho, era pequeno e tinha as asas amassadas. O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem e fossem, então, capazes de suportar o corpo que iria se firmar com o tempo. Mas, nada disso aconteceu. A borboleta passou o resto da sua vida rastejando, com um corpo murcho e com as asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar. O que o homem, com sua gentileza e vontade de ajudar, não compreendia, era que o casulo apertado, e o esforço necessário para a borboleta passar através da pequena abertura, eram o modo com que Deus fazia para que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas tornando-a pronta para voar, uma vez que estivesse livre do casulo.

Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, Ele nos deixaria aleijados. Nós não seríamos tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar. É por esta razão que:

Quando pedimos Força, Deus nos dá Dificuldades para nos fazer forte.

Quando pedimos Sabedoria, Deus nos dá Problemas para resolver.

Quando pedimos Coragem, Deus nos dá Perigo para superar.

Quando pedimos Amor, Deus nos dá pessoas com Problemas para ajudar.

Quando pedimos Favores, Deus nos dá Oportunidades.

Na maioria das vezes, não recebemos nada do que pedimos, mas recebemos tudo o que precisávamos.

Aqueles que olham para a crise com as lentes do pessimismo, quase sempre são destruídos por ela. Só os otimistas conseguem enxergar oportunidades onde os pessimistas só vêem dificuldades. Se você deseja vencer em tempo de crise, aprenda a fazer uma leitura positiva e otimista das adversidades da vida.

O pai do "filho pródigo" perde, mas, não se perde. Ele vence o absurdo da vida, protegendo a sua alma, guardando o seu coração e se enchendo de esperança. Sei que a maioria já passou ou está passando por um momento de crise. Em um tempo como esse, é necessário compreender que "Deus está no controle de todas as coisas". Ainda que se perca um filho, continue acreditando que filhos são herança do Senhor. Ainda que se perca o cônjuge, continue acreditando que o casamento é um projeto de Deus.

Fonte- Rede de Casais CBS

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Suposta Igreja evangélica realiza casamento de duas mulheres

Cercada por polêmicas envolvendo outdoors da Igreja Cristã Contemporânea, a dupla Anne Flores, de 31 anos, e Kédma Costa, de 33, cumpre os últimos preparativos para o casamento gay, marcado para esta terça-feira, mesma data em que a igreja comemora quatro anos de existência. A cerimônia está prevista para começar às 18h, e deve receber mais de mil convidados, em caravanas vindas de Minas Gerais, São Paulo e do interior do Rio. De acordo com Anne, que trabalha como consultora comercial, as duas estão ansiosas para o evento.
— Já está quase tudo pronto, mas queremos mesmo a benção de Deus. Nós duas estaremos com vestidos de noiva. O meu será um tomara-que-caia e o dela, que tem um estilo um pouco mais esportivo, será um pouco mais fechado.
A recepção será mais reservada, apenas para convidados mais íntimos, no terceito andar do Clube Monte Líbano, no Leblon.
Anne e Kédma se conheceram em uma igreja evangélica no Mato Grosso do Sul, onde nasceram, e estão juntas há sete anos. Elas eram amigas e o primeiro beijo aconteceu em uma noite em que estavam lendo a Bíblia.
Por causa da repulsa das religiões com gays, a dupla passou por vários templos. Anne conta que, após um culto evangélico no Rio, a pastora orientou que as duas se separassem:
— Ela disse que nós estávamos endemoniadas e precisávamos de libertação.

Dificuldades e tentativa de suicídio 

As duas chegaram a se separar por um tempo devido aos conflitos internos e também envolvendo familiares, que não aceitavam a relação. Em um desses momentos, Kédma, que trabalha como técnica em informática e veio de uma família de pastores do interior do Mato Grosso do Sul, conta que tentou acabar com a própria vida.
— Eu chamei a Anne no meio da noite para tirar da minha frente um canivete que estava no banheiro. Depois que ela me disse que eu a afastava de Deus, fiquei louca — lamentou Kédma.
Foi depois que Anne descobriu, na internet, um site da Igreja Contemporânea, que tem como representantes os pastores casados Fábio Inácio e Marcos Gladstone, que as duas decidiram oficializar a união. Kédma e Anne estão fazendo um curso para pastoras, para que uma nova sede seja aberta em Niterói.

Fonte - 
Extra/Notícias Cristãs

domingo, 29 de agosto de 2010

Digitais de Deus! Maravilhoso dom da vida.

Um dos momentos mais maravilhosos da vida é quando um bebê vem à luz. A hora do parto exige muitos cuidados médicos, mas impressiona o fato de tanto o bebê quanto a mãe serem dotados de “dispositivos” que auxiliam e muito o trabalho dos parteiros. Uma dessas facilidades tem a ver com o tipo de esqueleto que o bebê tem em tenra idade.
Cerca de 97% dos bebês nascem saindo primeiro a cabeça. O esqueleto do feto é suave e flexível, o que o ajuda a passar pelo canal vaginal. Se o esqueleto da criança fosse inteiramente de osso, seria bem mais difícil nascer. Mas se não é de osso, do que é então? Resposta: de cartilagem.
A cartilagem é um tecido elástico, flexível e extremamente resistente, aderente às superfícies articulares dos ossos – as partes do esqueleto que dobram. Ela também é encontrada em outros lugares como na orelha e na ponta do nariz. O tecido cartilaginoso serve para dar forma e sustentação a algumas partes do corpo, mas com menor rigidez do que os ossos. Além disso, serve também para que os ossos não atritem – arranhem – ao se movimentar uns sobre os outros.
A cartilagem que forma o esqueleto inicial do feto tem um nome diferente: hialina. É a partir dela que os ossos se desenvolverão, num processo chamado ossificação endocondral. Durante o desenvolvimento ósseo, a cartilagem hialina funciona como uma placa de crescimento que continua funcional enquanto o osso estiver crescendo em comprimento. No adulto, a cartilagem hialina está presente na superfície das articulações, na traquéia, nos brônquios, na laringe, no nariz e nas extremidades das costelas (cartilagens costais).
Interessante também é que se houver uma fratura na cartilagem, células especiais “invadem” a área lesada e dão origem a tecido cartilaginoso que repara a fratura. Tudo automático!
Enquanto a maior parte do osso endurece gradualmente, conforme crescemos, as extremidades dos ossos permanecem como cartilagem durante toda a vida e formam uma espécie de almofada elástica nas juntas.
Só mais um detalhe importante: em um bebê os ossos da cabeça ainda estão sendo formados e não estão grudados, de forma que todo o crânio é ligeiramente flexível. Isso também permite que a cabeça da criança emerja facilmente na hora do nascimento.
Esses mecanismos todos tinham que funcionar perfeitamente desde o início, ou do contrário mãe e bebê não viveriam para contar a história.
“Graças de dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste; as Tuas obras são admiráveis, e a minha alma o sabe muito bem” (Salmo 139:14).

Michelson Borges é jornalista, membro da Sociedade Criacionista Brasileira (www.scb.org.br) e autor dos livros A História da Vida e Por Que Creio (www.cpb.com.br).