quarta-feira, 9 de junho de 2010

Superficialidade x Intimidade

Há um fato que acontece em nossa sociedade hoje que está trazendo sérios problemas de relacionamento entre as pessoas, que se chama “ativismo”. Uma palavra tão pequena que tem sentido devastador na vida das pessoas.

Mas, você pode perguntar: o que é realmente ativismo? Bom, já que perguntou, você está correndo sério risco de viver no ativismo sem saber que é um ativista. O ativismo é o excesso de atividades que está sobre uma pessoa, atividades que exigem tempo demais ou está “roubando” tempo demais.

Muitas pessoas vivem no seu dia-a-dia sem perceber este excesso, só se percebe quando as coisas começam a dar errado, como, por exemplo: A FAMÍLIA NÃO SE CONHECE MAIS.

Falaremos apenas do lado familiar. Por causa destes excessos de atividades as famílias estão ficando para outros planos, gerando a SUPERFICIALIDADE. Em conseqüência famílias inteiras começam a ficar doente por não terem um cuidado especial, famílias vivendo de maneira superficial, perdendo assim, sua forma original, diálogo, respeito, amabilidade, interesse. Parecem que são estranhos que vivem sob o mesmo teto. Pais não têm interesse nos filhos e vice-versa, maridos não tem interesse nas esposas e vice-versa. Por que há tanto conflito entre marido e mulher? Por que há tanto divórcio? Por que há separação de corpos dentro de casa? Por que há tanta rebeldia por parte dos filhos? Por que as drogas estão entrando nas famílias? Por que há tanta desunião na família? Por que não há respeito dentro da família? São tantos por quês que ficaríamos horas nos perguntando sobre tais tragédias. Isto que estamos falando não é algo irreal, são fatos tristes e até mórbidos nas famílias brasileiras, e ainda algo pior a dizer: FATOS TRISTES E MÓRBIDOS NAS FAMÍLIAS EVANGÉLICAS.

Nossas famílias estão sendo sepultadas vivas, temos que acordar e tomarmos providências, não podemos deixar o inimigo de maneira sutil tentar aniquilar o projeto de Deus, que são as famílias, projeto o qual eu e você fazemos parte.

Por isso, todos nós, devemos parar e avaliar como está o nosso procedimento dentro de casa, devemos ser sensíveis às necessidades do cônjuge e dos filhos. Buscar a melhor maneira de obtermos harmonia, paz, alegria, diálogo dentro de casa. O nosso familiar não é nosso adversário, não é nosso inimigo, não estamos dentro de um ringue, temos que ter olhos espirituais para enxergarmos os planos do inimigo para nos derrubar. Se conseguirmos isso, veremos maravilhas acontecerem em nossa casa, começaremos a conhecer nossos filhos, nossos pais, nosso cônjuge, nosso irmãos e criaremos uma intimidade tão gostosa e jamais vista dentro da nossa casa. Os relacionamentos não serão mais superficiais, aprenderemos a nos organizar melhor no nosso tempo e atividades.

Temos que ter em mente que em primeiro lugar na nossa vida vem o Senhor Jesus, depois a nossa família, é uma hierarquia que não podemos esquecer, nossa família tem valor e lugar na nossa vida e no nosso dia-a-dia.

Devemos ser intimo com a nossa família e ser intimo requer AMAR, amar cada um do jeito que é, com seus defeitos, e isso (me fala, você não tem defeito?) todos nós temos. Queremos que as pessoas nos amem com nossos defeitos e falhas, então, porque não amar o outro com seus defeitos e falhas?

Ser intimo requer PERDOAR queremos ser perdoados e não perdoamos o outro? Quanto egoísmo.

Ser intimo requer SOCORRER, se estamos fortes, porque não ajudar e ser suporte para o nosso familiar?

Ser intimo requer OUVIR, como gostamos de falar, e não damos ao nosso familiar oportunidade de se expressar ou desabafar.

Ser intimo requer HUMILDADE, não somos melhor que ninguém, lembre-se que estamos falando de sua família.

Ser intimo requer SERVIR, como é bom ser servido, mas, é mais honroso servir ao nosso familiar.

Lembre-se que Jesus usa todos esses recursos para conosco, por isso, somos sua família e Ele nos chama de “filhos”.

Pr. Alessandro e Flávia 

Fonte /Rede DE CASAIS CBS.




terça-feira, 8 de junho de 2010

Dicas Para Um Casamento Feliz


A revista “Uma” publicou um artigo do Dr. Silmar Coelho nesta edição de janeiro. O texto "Dicas Para Um Casamento Feliz", como o próprio título sugere, dá dicas de como manter um matrimônio saudável, sobrevivendo às crises e o tempo. Com uma linguagem simples, o autor mostra que não é impossível alcançar o tão sonhado “felizes para sempre".

     O cotidiano agitado das pessoas, aliado á grande facilidade de obter o divórcio (segundo dados de uma pesquisa, a cada quatro casamentos, ao menos um acaba em divórcio), tem diminuído a duração das uniões matrimoniais. Hoje, o tempo médio de duração dos casamentos brasileiros é de apenas cinco anos, três vezes menor do que era há dez anos. Para se ter um casamento pleno, as crises são necessárias, já que são elas que vão servir como termômetro para o casal medir como anda o relacionamento. Um relacionamento que dá certo é um edifício que tem que ser construído todos os dias. A seguir, acompanhe os nove passos para você ter um casamento feliz!

1- Nunca se endivide. Tudo o que é barato, por mais barato que seja, se você não

precisa, é caro!

2- Não deixe acabar o diálogo no namoro, o casal conversa por horas no portão

ou pelo telefone. Recupere este hábito sempre, e nunca responda com monossílabos

como "Sim", "Não", "É", "Tô", "Vou"etc.

3- Não deixe acabar o romantismo. Não basta acender a fogueira, tem de colocar

lenha para o fogo continuar a arder!

4- Não se esqueça de datas especiais, e não se canse de dizer “Eu te Amo”.

5- Tenha uma vida sexual ativa.

6- Deixe claro que família está sempre em primeiro lugar na sua vida.

7- Aprenda a perdoar. Não exija a perfeição - Que você não tem - no parceiro.

8- Não trabalhe demais. Tire, pelo menos, um dia de folga por semana. Faça "Breaks" a cada

três meses. Lembre-se de que o diabo não tira férias, mas vive no inferno.

9- Cultive a espiritualidade!


Clipping Revista Uma

Fonte/ REDE DE CASAIS CBS

segunda-feira, 7 de junho de 2010

COMO DEFINIR "O QUE É FAMÍLIA"

A família é a nascente do rio da civilização.
A família é o ponto de partida de todos os outros relacionamentos.
A família é a realização de um sonho que nasceu no coração de Deus.
A família é o nosso porto seguro, nossa fonte de nutrição emocional.
A família é a comunhão entre aqueles que nasceram do mesmo útero, seja do corpo ou da alma.
A família é a escola onde aprendemos as maiores lições da vida.
A família é a oficina que modela o caráter do indivíduo.
A família é um espaço de crescimento.
A família é a base de sustentação de uma sociedade.
A família é o nosso maior patrimônio.
A família é o nosso ninho sagrado.
A família é um "presente" de Deus para vivermos no "presente".

Ame sua família, ore, proteja, aplauda, celebre, porque é o seu maior tesouro.

Deus abençoe a nossa família.



Pr. Josué Gonçalves






Fonte-Família, meu maior patrimônio






domingo, 6 de junho de 2010

O mito dos pais perfeitos

Novos conceitos sobre a educação colocam em xeque orientações bíblicas acerca da formação cristã dos filhos
Por Leslie Leyland Fiela
Há alguns anos, minha família e eu estávamos em uma viagem à Guatemala. Fomos lá visitar um homem que havia dedicado sua vida para servir em uma pobre congregação. Sentados à mesa, ao lado daquele obreiro dedicado ao árduo trabalho pastoral em uma nação com tantas dificuldades, conversamos sobre como fazia para educar seus quatro filhos. Ainda lidando com os desafios de criar nossos seis filhos, confessamos-lhe nossas limitações e falhas nessa árdua tarefa. “Seus meninos já estão grandes. O que o senhor aprendeu dos tempos em que eles ainda estavam na infância?”. Tínhamos a expectativa de que poderia nos dar preciosos conselhos. Mas ele não tinha nada a nos dizer. “Não sou a melhor pessoa para dar esses conselhos”, retrucou. “Não me enquadro no tipo perfeito de modelos parentais”. Um de seus filhos tinha problemas com vícios e outro viu seu casamento ruir.
Em silêncio após um momento, balançando lentamente a cabeça, ele continuou: “Eu também nunca supri as expectativas de minha mãe. Recentemente, lendo seu diário, descobri que os planos que tinha para mim não foram cumpridos, pois fiz escolhas diferentes das que ela esperava que eu fizesse”. Com voz entristecida, emendou: “Acho que ela me considera um fracassado”. Enquanto considerava que sua mãe também era um fracasso, questionei algumas coisas importantes. Dificilmente estou sozinha em minhas preocupações. Mais do que qualquer outra geração, os pais de hoje em dia estão preocupados com a possibilidade de estragarem a vida de seus filhos. Estudos feitos em 2006 mostram que pais e mães têm índice de depressão maior do que aqueles que não têm filhos. O livro de Judith Warner, Perfect Madness: Motherhood in an age of anxiety, capta a obsessão nacional quanto ao sucesso dos pais na educação dos seus filhos. O artigo de Joan Acocella na New Yorker, em novembro de 2008, The Child Trap, mostra, numa crônica quase desrespeitosa, a busca pelo sucesso de alguns que o autor qualifica como “pais até demais”.
A preocupação é tão grande que tem levado a uma enxurrada de lançamentos editoriais sobre o tema. Confessions of a Slacker Mom; The Three Martini Playdate: A Practical Guide to Happy Parenting; e Bad Mother: A Chronicle of Mothernal Crimes, Minor Calamities, and Occasional Moments of Grace. Nestes e em outros tantos livros populares, mulheres apresentam as mais diversas razões pela negligência na árdua tarefa de ser mãe. O que se percebe é que boa parte dos pais cristãos está na linha de frente da luta pelo sucesso na educação dos filhos. Tendo minha primeira experiência de maternidade enquanto ainda estava no meu primeiro ano de faculdade, logo percebi que a maior preocupação de um pai crente é a de que seus filhos abandonem a fé e deixem de servir a Deus. Parece que muitos de nós não são bem sucedidos nesse quesito. A saída de pessoas das igrejas nos Estados Unidos é muito grande, depois que se tornam jovens adultos. Uma pesquisa do Grupo Barna mostrou que 61% das pessoas nesta faixa encontram-se desviados do Evangelho. Mais recentemente, uma pesquisa intitulada LifeWay aprofundou a informação. Segundo o estudo, sete em cada 10 jovens entre 18 e 30 anos, que frequentavam igrejas protestantes na infância e adolescência, deixaram de frequentá-las até a idade de 23 anos. Sem entrar no mérito de qual pesquisa é mais precisa, um detalhe é claro – muitos dos jovens que cresceram na igreja não estão mais entre os seus membros.
Se isso não é suficiente para deixar os pais em pânico, as conclusões de outra pesquisa feita em 2008 pode assustá-los. Acerca dela, Sharon Bagley, em artigo publicado na revista Newsweek e intitulado But I Did Everything Right, mostra que, ao contrário da opinião de muitos experts, a genética pode ter mais influência sobre os filhos do que algumas práticas dos pais. Uma frase do texto é particularmente inquietante: “É importante lembrar que pais têm apenas influência sobre a vida de seus filhos”.


Esforço nulo – A serem verdadeiros os dados dos estudos, diversas coisas deverão ser questionadas, inclusive questões relacionadas à justiça. Afinal, todo o esforço dos pais evangélicos para manter seus filhos nos caminhos do Senhor – como admoestam as Escrituras no texto de Provérbios 22.6 –, a fim de que mais tarde não se desviem deles, pode ser nulo diante de algumas determinações genéticas. A reação imediata de indignação por causa destas pesquisas, contudo, deve ser repensada. Ao invés de confundir a verdade bíblica, esses estudos podem ajudar a Igreja e as famílias a entender algumas questões que têm sido negligenciadas ou distorcidas por décadas.
Não se pode negar que a ideia de que crianças nasçam como uma tábula rasa ainda permanece, de alguma forma, em nossa cultura. John Rosemond, psicólogo cristão de famílias e articulista, afirma que constantemente ouve pais afirmando que se sentem culpados quando algo de errado acontece com seus filhos. “Eles sentem isso porque acreditam na existência de uma psicologia determinista. Isto é, que os pais são capazes de determinar quem seus filhos são”, enfatiza o especialista. Muitos pais e autores cristãos têm absorvido esse determinismo espiritual – na verdade, uma absorção desse determinismo psicológico e sua espiritualização, inclusive com a busca de versículos bíblicos que deem base para tais argumentações. O resultado é uma versão cristã desse mito cultural, algo como “técnicas parentais cristãs produzem filhos tementes a Deus”. Provérbios 22.6 tem sido adotado como uma premissa psicológica e teológica para tal tese, a despeito de haver uma grande corrente hermenêutica que sustenta que os versos daquele livro bíblico não são conselhos divinos, mas máximas proclamadas por homens como o rei Salomão. Ele próprio, que teria escrito tal conselho, falhou na exemplificação dessa suposta verdade, já que, ao longo da vida e na velhice, abandonou os ensinos espirituais de seu pai, Davi.
A despeito de tudo isso, algumas técnicas têm sido desenvolvidas para assegurar que os filhos de cristãos tenham o futuro que seus pais desejam. Ao menos um desses programas – dizendo ter instruções corretas de educação dos filhos nos caminhos do Senhor – vendeu milhões de exemplares. Alguns dos autores mais conservadores estão tão convencidos dos seus métodos e técnicas que chegam a fazer, naturalmente, analogias do treinamento das crianças com objetos, como se o desenvolvimento infantil pudesse ser equiparado com o crescimento de tomates, por exemplo, ou com o adestramento de cães.


Ações X frutos – Embora o peso da responsabilidade trazida por essa teoria possa assustar, ela parece apresentar algumas vantagens. Uma delas é que é muito mais fácil medir o sucesso dos pais na educação de seus filhos. Basta examinar as evidências – a principal delas, o que acontece com os nossos filhos. Um autor chegou ao ponto de escrever: “Se pais fazem algo que parece ser bíblico, mas os frutos colhidos não são bons, eles definitivamente não fizeram o que a Bíblia prescreve”. Podemos estar certos disso, ele afirma, porque a Palavra de Deus nos apresenta tudo o que precisamos fazer para que nossos filhos cresçam tementes a Deus – nesta ótica, caso os princípios sejam corretamente aplicados, nenhum pai ficará desapontado. Muitos cristãos acreditam nesta tese. “Observe e aprenda com pais vencedores”, diz outro escritor cristão. “Pais vencedores são aqueles que têm filhos ‘obedientes’, ‘conhecedores da Palavra de Deus’, ‘respeitosos’ e ‘que vivem sua fé Cristo’, ele escreve. “Devemos seguir o exemplo desses pais, e não o dos fracassados”, sentencia.
Os exemplos bíblicos de campeões espirituais nos movem para uma direção completamente diferente. A galeria de heróis da fé, registrada em Hebreus 11, apresenta uma série de personagens que, através da fé, “venceram reinos, praticaram justiça, alcançaram promessas, fecharam a boca de leões, apagaram a força do fogo”. Crentes de tamanha fé que, diz a Bíblia, deles o mundo não era digno. Esses gigantes espirituais foram criados em lares que nada de extraordinário tinham, e alguns deles nem foram bons exemplos de pais ou mães. Abraão, por exemplo, teve um filho com a serva de sua mulher, Sara. Isaque e Rebeca tinham, abertamente, suas respectivas predileções entre os irmãos Esaú e Jacó. Rebeca fez com que seu filho mais novo cometesse algo terrível: roubasse a primogenitura de Esaú, o primogênito. Jacó aprendeu muito bem o que sua mãe lhe ensinou, e fez o mesmo com sua família, tendo declaradamente um favorito dentre seus filhos. Moisés, por sua vez, teve a filha mais nova, pagã, de faraó, como sua mãe adotiva. Já Jefté era filho de uma prostituta, e matou sua única filha por causa de um terrível voto.
Muitos outros exemplos das Escrituras confundem nossas expectativas parentais. Jônatas, o melhor amigo de Davi, foi um exemplo de homem justo e leal, ao contrário de seu terrível pai, o rei Saul. Além disso, o menino Josias, apontado como alguém que serviu ao Senhor “com todo o seu coração, toda sua alma e toda sua força”, conforme II Reis 23.25, tornou-se um rei justo no lugar de seu pai Amon, descrito no mesmo livro como alguém que “fez o que era mau aos olhos do Senhor”. Pelos padrões atuais, muitas dessas famílias seriam consideradas fracassadas, já que nutriam em seu meio práticas pecaminosas como poligamia, prostituição, inveja, ódio, predileção.


Determinismo espiritual – Precisamos confessar, logo, que há uma grande falha em nosso entendimento sobre a relação entre pais e filhos. Temos nos colocado numa posição que está além da que ocupamos, além de termos posto Deus em uma posição aquém à sua. Consequentemente, passamos a achar que temos mais controle sobre as situações do que, na realidade, possuímos. Inclusive, faz parte de nossa herança, como afirmou o psicólogo Harriet Lerner ,achar que podemos resolver todos os problemas, inclusive aqueles que estão além de nossas possibilidades. A raiz de boa parte de nosso sofrimento como pais deve-se ao fato de crermos que temos controle total sobre nossos filhos, quando na verdade não temos nem mesmo o controle sobre nossas próprias vidas.
A atitude de julgarmos a nós mesmos pelos nossos filhos, e a nossos filhos por nós mesmos, tem uma série de implicações. Ela revela uma visão distorcida de formação espiritual. Sempre partimos do pressuposto de que filhos de cristãos, quer eles tenham professado sua fé em Cristo ou não, darão as mesmas demonstrações de maturidade espiritual que esperamos ver nos outros: amor, alegria, paz, paciência, bondade – para apresentar apenas uma lista inicial. Só que, quando abraçamos esse determinismo espiritual, a partir de categorias humanas de formação espiritual, acabamos por falhar em nossos julgamentos alheios. A pergunta que fazemos a nós mesmos precisa ser reformulada. Precisamos parar de perguntar se somos pais bem sucedidos, e começar a perguntar se somos pais fiéis. Fidelidade, acima de qualquer coisa, é o que Deus requer de nós. Parece, então, que temos feito as perguntas erradas como pais. Estamos tão preocupados conosco – com nosso sucesso, nossos interesses – que encaramos a tarefa de educação dos filhos como uma prova. O resultado, a partir desse sistema, tem mostrado que temos falhado, já que muitos dos nossos filhos abandonam a igreja depois que saem da nossa casa. Agora, vem a genética dizer que essa tarefa é mais rígida do que imaginamos.
Parece ser impossível sermos aprovados, como pais, nesse teste. Preocupados com isso, sempre encontraremos pais e filhos mais felizes, obedientes e crentes do que nós. E pais com maiores porcentagens de formação dos tais “campeões espirituais”. Se nos colocarmos em uma escala, vamos perceber que somos ainda mais falhos. Foi por essa razão que um Salvador nos foi apresentado e oferecido pela graça, mediante a fé – “E isso não vem de nós, mas de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2.8,9). Se até mesmo nossa habilidade de confiar em Deus vem dele, porque achamos que podemos fazer qualquer outra coisa com base em nós mesmos? É preciso, antes, prostrarmo-nos diante do trono de Deus e clamarmos por sua ajuda para sermos bons pais.
Precisamos também repensar nosso chamado. Fomos convocados para apresentar aos nossos filhos o caminho da verdade “assentados em nossa casa, andando pelo caminho, deitando ou levantando” (Deuteronômio 6.7). Somos ainda conclamados a não suscitarmos nossos filhos à ira, mas a os criarmos “na doutrina e admoestação do Senhor”, conforme Efésios 6.4. É fundamental, contudo, conhecer os próprios limites. Não seremos capazes de formar perfeitos seguidores de Cristo, assim como nós não somos perfeitos. Nosso trabalho não pode garantir nem comprar a salvação de ninguém. Pais com filhos desviados, amigos com filhos nas prisões, pesquisas genéticas e os heróis da fé nos fazem lembrar da mesma coisa: a de que, mesmo crentes em Jesus, somos pais imperfeitos, nossos filhos farão suas próprias escolhas e Deus conduzirá todas as coisas de forma majestosa para o avanço do seu Reino.
Begley conclui com a seguinte frase: “É importante lembrar que pais têm apenas influência sobre a vida de seus filhos”. As Escrituras nos ensinam essa verdade – a de que só Deus é soberano sobre suas vidas. Crianças não são laranjas a serem plantadas e colhidas, animais a serem treinados ou números a serem equacionados. São seres humanos, feitos de forma majestosa. A educação de filhos, como qualquer outra tarefa debaixo do sol, exige amor, esforço, risco, perseverança e, acima de tudo, fé. Trata-se de fé, e não de uma fórmula; de graça, e não convicções próprias; de dedicação, e não sucesso. São essas coisas que farão com que nossos esforços, debaixo da graça de Deus, levem nossos filhos a crescer de forma saudável.


Leslie Leyland Fields é autora de Parenting Is Your Highest Calling e Eight Other Myths That Trap Us in Worry and Guilt (Waterbrook, 2008), de onde este artigo foi adaptado. Ela vive com seu esposo e seis filhos em Kodiak Island, no Alasca (EUA). Traduzido por Daniel Leite Guanaes

FONTE - Cristianismo Hoje

sábado, 5 de junho de 2010

Famílias à deriva (um círculo vicioso)


Se existe alguma instituição que mais tem sido atacada nestes últimos dias, ela é, sem dúvida, a família. Criada por Deus (Gn 2.24), a família, a obra-prima do Senhor, deveria ser o lugar primeiro de comunhão com Ele que o ser humano encontra em sua peregrinação (Hb 11.13). Todavia, vemos que não é bem isso que tem ocorrido e, como consequência, a família sofre nas mãos do adversário de nossas almas. A família está à deriva. Procuraremos delinear, de forma breve, qual é o estado geral das famílias em nossa sociedade nestes dias hodiernos. Será que estamos enquadrados nalgum aspecto desse estado geral? Será que conhecemos alguém que nele esteja e podemos algo fazer?

Em primeiro lugar, afirmamos que a família está à deriva porque o esposo não dispensa tempo suficiente para sua esposa e vice-versa. Assim, os cônjuges, que deveriam mostrar total consideração e afeição um pelo outro, são os primeiros a olhar exclusivamente cada um para si mesmo, para o próprio umbigo. Falta o diálogo, falta a comunhão, falta a franqueza, falta o afeto. Não há altruísmo, mas egoísmo. Embora unidos matrimonialmente, vivem separados no restante. Ainda que tenham seus nomes escritos lado a lado no álbum de fotos e na certidão de casamento, suas mentes estão separadas. Seus propósitos são diversos. Agem como se pensassem: “Pode vir alguma coisa boa do outro lado da cama?”.

Em segundo lugar, afirmamos que a família está à deriva porque temos o resultado do problema anterior: o casal, já sem comunhão, inclusive em suas intimidades (ele só pensa em se satisfazer; e ela, a si mesma. São egoístas, lembra? (sobre o assunto, aliás, recomendamos a ótima publicação Sexo egocêntrico: um desafio à santidade)), não é capaz de ter unidade com seus filhos e, portanto, não é hábil para educá-los. Os pais, no mais das vezes, trabalham para ostentar um estilo de vida desnecessário, mas comprometedor do bem-estar familiar. Estão cegos para tal realidade. Trabalham o dia todo. À noite, estão cansados. Estão sem tempo para os filhos; ou sem paciência, sem interesse, sem forças... sem comunhão. Não poucos pais se confundem, acreditando que seus filhos precisam de presente quando carecem de presença, na realidade.


Em terceiro lugar, afirmamos que a família está à deriva porque o próximo passo é deixar os filhos aos cuidados de outrem: avós, tios, babá eletrônica (tevê), computador, irmão (bem) mais velho etc. Resultado: má criação, má formação. Enquanto a Bíblia recomenda que os próprios pais eduquem seus filhos (Dt 6.6-9), os pais cristãos relegam tal tarefa a terceiros, quartos e quintos. Daí, os filhos ficam sob as asas dos “pais” até o final da adolescência, quando muito, vez que desejam liberdade (que já têm faz tempo!).

Em quarto lugar, afirmamos que a família está à deriva porque, com esse quadro que estamos vendo, tal família acaba por formar, num processo lento e paulatino, seres “egoístas, avarentos, presunçosos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem amor pela família, irreconciliáveis, caluniadores, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, precipitados, orgulhosos, mais amigos dos prazeres que amigos de Deus, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela” (2Tm 3.2-5 ARC, ARA e NVI), ou seja, o perfil exato de quase todas as pessoas de hoje, o que se repete num círculo vicioso, chegando, quando chega, ao "em primeiro lugar, afirmamos que a família está à deriva porque o esposo...".

Diante deste quadro tão terrível em que a maior parte das famílias se encontra, o próprio homem nada, absolutamente nada, pode fazer. Precisa com urgência da intervenção de Deus, o Todo-Poderoso. Nem clínica de recuperação, nem associação alguma, nem conselhos podem resolver. Para casos crônicos como esse, que presenciamos todos os dias, só há uma solução: Jesus Cristo. Aleluia!  O Senhor veio para os casos de famílias à deriva (Mt 9.12). Amém!

Por Jesus Cristo reinando em nossas famílias! 

Por Artur Freire Ribeiro

Fonte Blog do Artur Freire Ribeiro

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Mensagem aos que passaram por abusos de pedófilos





João Cruzué
Há alguns anos fui convidado para dirigir um culto no velório de um senhor já de Idade. Não foi muita gente e entre os familiares, duas filhas moças, um filho e a esposa do falecido. Notei que os filhos eram pessoas de muito brilho espiritual e fisicamente formosos. Era uma família crente em Cristo.
O pai, ali no caixão, em remoto passado era um homem crente. Pregador e ganhador de almas. Até que um dia caiu da graça e pecou. Foi denunciado pela esposa à polícia por abuso contra as próprias filhas. Ficou muitos anos preso, e quando saiu, foi morar só. Morto, a família mandou me chamar para realizar um culto de corpo presente, antes do sepultamento.
Enquanto cantávamos alguns hinos da Harpa, notei o rosto daquelas jovens. Não perguntei se eram solteiras ou se já tinham se casado. Vi lágrimas correndo em seus rostos como se estivessem diante de um pai comum, se é que me entende. Não notei o menor traço de amargura ou ódio nas faces daquelas moças. Deram ali um grande testemunho de vida.
E de perdão.
Sabe, este blog costuma ser lido por pessoas que às vezes passam por problemas descritos aqui. Observo que Deus pode usar esses textos que considero "bobos", para transmitir a Sua voz a alguns corações entristecidos.
Quando Deus enviou seu Filho Jesus Cristo e ele se humanizou entre nós, os dois sabiam que aqui em baixo as misérias humanas. Mas eu sei que nosso Pai o enviou para fosse nosso médico e advogado. Médico de nossas almas e Advogado de nossos pecados.
E um advogado quando defende a causa de um réu, ele se apresenta diante do juiz e defende com ousadia os interesses do perdido. O réu pode não valer um centavo, ser a pior e mais vil criatura, mas seu Advogado vai dizer que seu cliente é a mais humana das pessoas, a mais fraca e emocional de todas elas. E por fim, mostra seus bons atributos e pede a absolvição diante do juri.
Jesus, da mesma forma, quando intercede por nós diante do Pai também diz que devemos ser perdoados porque ele já pagou o preço, em nosso lugar. Mesmo que sejamos a pior das criaturas, ele confessa o nosso nome diante do Pai e diz que podemos ser perdoados, basta que o confessemos como Senhor e nosso Advogado.
O perdão gera perdão. O ódio só alimenta a amargura.

Eu não me esqueço da fisionomia calma daquelas duas jovens. O pai no passado fora um lixo, a mais baixa das criaturas. Um pedófilo dentro da própria família. Mas diante dele, corpo inerte, as duas filhas não mostravam o mínimo sinal de amargura. Elas estavam em paz. Poderiam, se quisessem, nem mesmo comparecer ao velório. Pelo contrário, determinaram que haveria até um culto.

Como Jesus é bom.

Neste mundo tão carregado de tanto ódio, Ele perdoa e faz brotar o perdão mesmo do coração mais ferido. Quando ele ensinou que devemos amar até nossos inimigos, um pai pedófilo com certeza estaria entre eles. Sei que este assunto é duríssimo, mas as cenas que presenciei mostraram-me que o perdão é o caminho.

O melhor caminho para se libertar das algemas do diabo. Ele aproveita sim as piores situações de nossa vida para nos tornar a mais infeliz de todas as criaturas, mas quando perdoamos, as algemas são quebradas e o Espírito de Deus se alegra em nós.
 O perdão alegra o Espírito, e a alegria do Espírito invade o coração de quem perdoa.
O que vai ser: guardar em baús as mágoas e cicatrizes de um abuso ou pedir forças a Jesus para perdoar e ser livre das lembranças de um passado tenebroso?
Que o Senhor possa abençoar você, que viveu esta mesma situação e que hoje, sem saber porquê, descobriu este blog e esta mensagem. Aí está você chorando e ouvindo a voz de Deus. O remédio eficaz para sua dor não se vende na farmácia. Seu preço é muito caro, ninguém pode pagar. Mas ele pode ser comprado com 100% de desconto direto da fonte. Aceite Jesus e receba hoje mesmo o perdão e forças para perdoar. Volte para Jesus ainda hoje, e Ele fará cair as algemas da amargura que prendem seu coração a um passado infeliz.

O
s abusos devem ser denunciados às autoridades. As consequências dos abusos, por outro lado, devem ser perdoadas. Para que fique bem claro o que tenho a dizer.
Quero terminar dizendo que Jesus ama você; entregue sua vida aos cuidados dele. Só Jesus pode ensinar você a perdoar para ser livre. Com muito carinho e respeito pela sua decisão,

Irmão João Cruzué - Blog Olhar Cristão.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Horror na China: Bebê abortado por médicos sobrevive, mas é enviado para ser cremado


Um bebê abortado deliberadamente em hospital, o qual havia sido declarado como morto pelos médicos da cidade de Foshan, China, chorou quando estava para ser cremado, mas morreu mais tarde depois que os médicos se recusaram a tratá-lo.
Um funcionário no necrotério da Funerária Nanhai ficou espantado com um choro vindo de uma caixa, cuja etiqueta dizia “lixo hospitalar”, que ele estava para enfiar no incinerador. Ele abriu a caixa e encontrou o bebê se movimentando, mas se sufocando por causa de um pouco de lã de algodão na boca, noticiou o jornal local Information Times.
Depois que o funcionário limpou-lhe a boca, o bebê bocejou e respirou normalmente. Ele foi levado de volta às pressas ao Hospital Guanyao, que havia tentado abortá-lo no começo daquele dia; mas os médicos do hospital o ignoraram e o deixaram no corredor para morrer.
Ele foi confirmado como morto mais tarde no dia e devolvido à funerária para cremação. No entanto, os funcionários colocaram o corpo num refrigerador até que ocorram mais investigações.
Liu Sanhong, uma autoridade do hospital, disse para o jornal Shanghai Daily que a equipe checou o bebê durante uma hora para se certificar de que ele estava morto. Liu não quis comentar se os médicos haviam tentado salvar ou não a vida do bebê.
Um dos responsáveis pela funerária disse para o Information Times que ele fez um vídeo do bebê, que tinha sete meses de gestação, para provar que ele estava vivo quando foi descoberto no crematório.
Depois disso, a reportagem disse que todos os funcionários na funerária haviam recebido ordem de não falar sobre o incidente.
No começo deste ano, o modo cruel e insensível com que o hospital ligado à Universidade Médica de Jining tratava os corpos de bebês abortados provocou revolta.
Em 31 de março, 21 corpos de bebês foram encontrados jogados fora no rio Guangfu a leste da Cidade de Jining, na China.
Os corpos, alguns com fraldas, alguns em sacos plásticos marcados como “lixo hospitalar”, foram encontrados debaixo de uma ponte por um homem que estava pescando.
Reportagens indicam que a maioria dos bebês mortos era do sexo feminino que haviam sido abandonados para morrer ou haviam sido deliberadamente abortados e jogados fora porque os pais queriam manter a opção aberta para um menino dentro do sistema coercivo de um único filho na China.
Embora organizações de direitos humanos e especialistas internacionais de controle populacional tenham denunciado o aborto de seleção sexual e infanticídio de meninas em grande escala na China, a agência de notícias estatal Xinhua culpou o incidente em “costumes locais e falta de regulamentos”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

quarta-feira, 2 de junho de 2010

10 mil bíblias para crianças em Gana

 A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) está a promover uma campanha com o propósito de divulgar a importância de evangelizar as crianças através do primeiro contacto com a Bíblia, nomeadamente a Bíblia para as Crianças «Deus fala aos Seus filhos». As receitas desta campanha revertem para o projecto de impressão de 10 mil Bíblias para Crianças no Gana.
Desde 1979 que a AIS tem entregue a crianças do mundo inteiro milhões de exemplares de Bíblias para Crianças. A ajuda dos benfeitores e amigos da Fundação permite levar por diante este projecto, um dos principais que tem em curso.
"Deus Fala aos Seus Filhos" é uma recolha dos textos essenciais da Bíblia, editada pela AIS como contributo para o conhecimento da Palavra de Deus no Ano Internacional da Bíblia, que se comemorou em 1997. A teóloga alemã Eleonore Beck recebeu em 2004 uma condecoração da Santa Sé por este trabalho. Os textos são ilustrados pelos desenhos da pintora flamenga Miren Sorne.
Em 2008, a AIS lançou ainda o Áudio Livro “Deus fala aos Seus filhos”, uma obra que recolhe 99 textos essenciais da Bíblia, ao longo de 3 CD’s, com a duração de 8 horas de leitura, música e efeitos sonoros.
Em pleno Ano Paulino, a Fundação AIS apresentou um contributo para ser usado na catequese de crianças, mas que também pode ser ouvido no carro, em casa, no computador ou mesmo em MP3, procurando apresentar a Palavra de Deus de uma maneira dinâmica e viva, num formato que também é novo.


140 países, 162 línguas
As crianças de todo o mundo não só tiveram a possibilidade de conhecer a Palavra de Deus na sua própria língua, como, através deste livrinho, muitas aprenderam a ler.
Para muitas crianças, jovens e até adultos a Bíblia para Crianças “Deus fala aos Seus filhos” é o primeiro, e por vezes o único, livro impresso a que têm acesso.
Foi traduzida para 67 línguas africanas diferentes. Em 2009, cerca de 500 mil exemplares foram enviados para o Congo, a República Democrática do Congo, o Quénia, a Tanzânia, o Uganda, Angola, Moçambique, o Malawi, o Zimbabué, o Mali e a Zâmbia. Neste ano de 2010 estão previstas mais sete novas edições.
Desde 1979 foram distribuídos cerca de 15 milhões de exemplares no continente africano. A gratidão dos que receberam a Bíblia para Crianças em África é evidente pelas inúmeras cartas e postais que chegam de todo o continente à AIS.


Projecto Bíblico no Gana
O director do centro bíblico “Bom Pastor”, o P. Mazur, pediu ajuda financeira à AIS para a impressão de 10 mil exemplares. “Penso que estas Bíblias são uma grande ajuda para distribuir a Palavra de Deus na língua Konkomba”, escreveu à Fundação AIS.
Os Konkomba mostram-se muito abertos à fé cristã. Cada vez mais crianças assistem aos cursos bíblicos no Centro Bíblico “Bom Pastor”. Para o Bispo da diocese, Vincent Sowah Boi-Nai, a leitura e a compreensão de textos nas línguas locais são muito importantes para que os nativos possam entender a Palavra de Deus na sua língua. Caso contrário a Igreja é-lhes alheia. “A Bíblia tem de se tornar parte da vida destas pessoas”, refere D. Vincent. (Mais informações em www.fundacao-ais.pt)


FONTE - Ecclesia/Noticias Cristãs / Escritura Em Foco

terça-feira, 1 de junho de 2010

Um alerta ao povo de Deus!

SINAIS DOS TEMPOS : Um alerta ao povo de Deus!
Enviado por Webmaster

Um alerta ao povo de Deus!

O Centro Evangélico Brasileiro - Informa a todas as Igrejas Evangélicas e ao povo de Deus sobre as Leis que Tramitam em Brasília.
E disse Jesus: 'Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho. E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.' - (Marcos 13:9 e 13)

Fica proibido fazer:

- Cultos ou evangelismo na rua (Reforma Constitucional)
- Programas evangélicos na televisão por mais de uma hora por dia.
- Programa de rádio ou televisão, quem não possuir faculdade de 'jornalismo'.
- Pregar sobre dízimos e ofertas, havendo reclamações, obreiros serão presos.

Quanto aos cultos:

- Cultos somente com portas fechadas (Reforma Constitucional)
- As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
- Será considerado crime pregar sobre espiritismo, feitiçaria e idolatria, e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais e internet, sobre essas práticas contrárias a Palavra de Deus.
- Pastores que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão direito a se defender por meio de ação judicial.

Se estabeleça:

- O dia do "Orgulho Gay" e que seja oficializado em todas as cidades brasileiras e comemorado nas Instituições de Ensino Fundamental (primeira a 8.a série), público e particular.
- Que as Igrejas que se negarem a realização das solenidades dos casamentos de homem com homem e de mulher com mulher, estarão fazendo "discriminação", seja multadas e seus pastores processados criminalmente por descriminação e desobediência civil.

Projeto nº 4.720/03 - Altera a legislação constitucional

Projeto nº 3.331/04 - Altera o artigo 12 da Lei nº 9.250/95, que trata da legislação do imposto de renda das 'pessoas físicas'
Se convertidos em Lei, os dois projetos obrigariam as igrejas a recolherem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.

1. Projeto nº 299/99 - Altera o código brasileiro de telecomunicações (Lei 4.117/62).

Se aprovado, reduziria programas evangélicos no rádio e televisão a apenas uma hora.

2. Projeto nº 6.398/05 - Regulamenta a profissão de Jornalista
Contém artigos que estabelecem que só poderão fazer programas de rádio e televisão, pessoas com formação em JORNALISMO, Significa que pastores sem a formação em jornalismo não poderão fazer programas através desses meios.

3. Projeto nº 1.154/03 - Proíbe veiculação de programas em que o teor seja considerado preconceito religioso.
Se aprovado, será considerado crime pregar sobre idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que mensagens sobre essas práticas sejam veiculadas no rádio, televisão, jornais e internet. A verdade sobre esses atos contrários a Palavra de Deus, não poderá mais ser mostrada.

4. Projeto nº 952/03 - Estabelece que é crime atos religiosos que possam ser considerados abusivos a boa-fé das pessoas.
Convertido em Lei, pelo número de reclamações, pastores serão considerados 'criminosos' por pregarem sobre dízimos e ofertas.

5. Projeto nº 4.270/04[/b] - Determina que comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos possam ser passíveis de ação civil.
Se convertido em Lei, as Igrejas Evangélicas ficariam proibidas de pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como espiritismo, feitiçaria, idolatria e outras. Se o fizerem, não terão direito a se defender por meio de ação judicial.

6. Projeto de nº 216/04[/b] - Torna inelegível a função religiosa com a governamental.
Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a candidaturas para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma exercer trabalhos na igreja.

Não se deixe enganar a Grande Tribulação está a nossa porta. Faça a sua parte comunique estes fatos aos seus irmãos em Cristo. "Sê fiel até à morte, e dar-te-ei a coroa da vida." (Ap. 2:10.)

Divulguem! Passe para pastores das igrejas que vocês conhecem, para que todos estejam cientes:




- Os sábios não devem colocar os injustos para governar sobre si.
Que o Senhor tenha misericórdia de nós para não perdermos nossos direitos de proclamarmos a Palavra de Deus!



Fonte: CEB / Mulheres Sábias



segunda-feira, 31 de maio de 2010

Desabafo de um cristão

De tempos em tempos o cristianismo tem enfrentado vários problemas que procuram denegrir a imagem da igreja edificada pelo Senhor Jesus. Não bastassem os ataques dos de fora, calúnia; perseguição; discriminação, a igreja através dos séculos teve que enfrentar dentro de suas próprias fileiras, homens que se levantaram com heresias destruidoras como já tinham advertido os Apóstolos do Senhor (At. 20: 29 a 31; 2ª Co. 11: 3,4; 2ª Tm.4: 3,4; 2ª Pe. 2:1 a 3; Jd. 17 a 19).
Hoje estamos presenciando uma igreja cheia de heresias, confissão positiva; quebra de maldição; teologia da prosperidade; superstição e vários outros modismos que se instalaram no meio do povo de Deus. A última novidade na igreja agora é o antropocentrismo (o culto tendo o homem como centro das atenções – quem vai cantar? Quem vai pregar?). Hoje não basta saber que Jesus está presente no culto (Mt. 28:20) os crentes querem ouvir seus preletores preferidos (e é por isso que muitos fazem caravanas para grandes congressos, compram Dvs de seus ídolos e até viram fã clube do pregador A ou B) os cultos viraram shows, os púlpitos viraram palcos, picadeiro e ás vezes até palanques políticos, os pastores se parecem mais com executivos, as mensagens não são mais de ajuda do auto mas sim de auto ajuda, os hinos congregacionais (harpa cristã) estão sendo substituídos e em seu lugar estão sendo introduzidos músicas com rítimos e estilos mundanos e sem letras bíblicas, os cânticos são conduzidos por equipes de louvor que não respeitam o tempo da Palavra e que após a apresentação de suas vozes (com a igreja de pé e músicas que só eles conhecem) saem do templo, pois os mesmos não querem ouvir a Palavra.
Infelizmente hoje o termo evangélico não causa mais impacto na sociedade, pois todo mundo se diz evangélico. Mulheres que posam nuas e fazem filmes pornográficos, pessoas que compram e não pagam, são trapaceiros, caloteiros, “pastores” (pastores?) envolvidos com escândalos sexuais e com esquema de corrupção no meio político, estão denegrindo a imagem dos verdadeiros evangélicos (prefiro ser chamado de crente).
A igreja está cheia de aproveitadores de plantão. Eles descobriram que os crentes são fáceis de enganar. Pois o que acontece em nosso meio hoje é o seguinte: convida-se alguém que a igreja não conhece de perto (sua vida no lar, na sociedade, na igreja, etc...), mas que a mídia evangélica consagrou e o fez famoso da noite para o dia e a mesma fica obrigada a arcar com todas as despesas. Fico pensando em quantos homens e mulheres de Deus, servos valorosos que tem a sua vida no altar em constante consagração, mas que só porque não são famosos, não possuem bens deste mundo, não são valorizados. Para que convidar alguém de longe se tem pessoas de perto que são bênçãos nas mãos de Deus? Pessoas que oram que não cobram cachê, que são cheias do Espírito Santo. Mas alguém pode dizer: Se não houver alguém famoso o povo não vem. Se for assim, convidem o cantor Roberto Carlos, a cantora Ivete Sândalo, O Leonardo, a dupla Zezé di Camargo e Luciano, a Xuxa, o Pelé!
É por isso que quando alguém me pergunta, porque hoje não vemos mais milagres, batismo com o Espírito Santo, curas, avivamento, transformação de vidas, conversão de almas, respondo que enquanto o Espírito Santo não voltar a ter o seu lugar na igreja teremos que conviver com esta sequidão espiritual. (Hoje temos o ouro e a prata, mas onde está o levanta e anda em nome de Jesus?)
Hotel cinco estrelas, venda de produtos (CDs, DVDs, Livros, etc...) além de um ótimo cachê, tratamento de rei e regalias é o preço que tem que se pagar se quiser contar com a presença das celebridades do mundo gospel. Para convidar algumas destas celebridades é preciso assinar um contrato e depositar antecipado o seu cachê, se não eles não vem (quando vem, pois dependendo do tamanho do cachê eles vão para outro evento e furam com o compromisso anterior).
E para cobrir os gastos de tal evento apela-se para práticas tais como: pedir oferta alçada no meio do culto (preciso de dez pessoas para doar R$ 50,00 e Deus vai te dar em dobro) cantinas, oferta na porta do templo, em alguns lugares até sorteios de prêmios, e rifas. São tantos pedidos de ofertas, que parece que vai chegar o dia em que para entrar no templo precisará pagar o ingresso.
Não quero dizer com isso que a igreja não precisa de dinheiro. A obra de Deus precisa sim, mas o que questiono é o destino deste dinheiro. Todo este esforço para angariar dinheiro para que? Para sustentar missionários no campo? Para socorrer irmãos necessitados? (Rm. 15: 26; 2ª Co. 8 e 9) não, mas para custear o luxo de verdadeiros mercenários disfarçados de cristãos.
Enquanto muitos irmãos levantam cedo para trabalhar para ganhar um misero salário mínimo, estes mercenários ganham numa noite o equivalente a um ano de trabalho do pobre irmão humilde, que ainda tem que separar o dízimo para a igreja.
Estes lobos apresentam o seu show e depois vão embora com o dinheiro da igreja e o pastor fica com os problemas para resolver, pois na maioria das vezes o que acontece nestas festividades é puro emocionalismo barato (levanta a mão e dá glória, olha no olho do seu irmão e diz: você é feio, mas eu te amo etc...) e nada de mensagem Bíblica e os crentes (principalmente os que não gostam de estudar a Bíblia e dizem que teologia é do diabo) caem igual um patinho no conto destes lobos e servem de marionetes nas mãos deles. Pobres crentes incautos, analfabetos em Bíblia, não se dão conta de que estamos nos últimos dias e que precisamos vigiar.


O apóstolo Paulo escreveu aos Romanos que a vida cristão é vivida de fé em fé, (Rm. 1:17) mas muitos crentes confundiram os termos e passaram a viver de “festa em festa” e é por isso que hoje se não houver grandes eventos nas igrejas o povo fica apático, frio, desanimado, se esquecendo que a vida cristã não é constituída só de alegria, festa, eventos, mar de rosas, mas que há pedras e espinhos no caminho, lágrimas, choro, renúncia, sofrimento, sacrifício, lutas, etc...
Alguns pensam que a igreja precisa de artistas para animar o povo, por isso convida estrelas do mundo gospel (muitas vezes pessoas recém-saídas do mundo e que ainda não sabem o que é levar a cruz) e não tem nada acrescentar em nossa comunhão com Deus.
Meua amados irmãos, que mediante o exposto possamos refletir sobre o estado crítico em que se encontra a igreja e buscar de Deus uma resposta a estas mazelas que tanto prejuízo tem trazido á nobre causa do evangelho.
Acorda crente o Rei está voltando!

Pb. Edinei Siqueira, Th.B - Teólogo e Pesquisador de Religiões, seitas e heresias.

Fonte/A verdade do evangelho

Homossexualidade é pecado?

Que sentimentos está foto traz para você?

Nos dias atuais nossos sentimentos tem guiado aquilo que fazemos. Se você é homossexual ou um dos militantes em prol desta causa esta foto traz sentimentos de apoio, de luta em prol deste ideal.
Existem por outro lado pessoas que possuem nojo e ódio por qualquer coisa que traga a lembrança da homossexualidade.

O problema maior é que seguir nossos sentimentos não vai solucionar o problema, nem nos mostrar se estamos certos ou errados. A única forma de dirigir nossas vidas corretamente é através do que Deus pensa.

Será que Deus odeia os homossexuais?
1 Coríntios 6.9-11 nos mostra a homossexualidade em pé de igualdade com a idolatria, o adultério, roubo, enfim, a homossexualidade é pecado pois vai contra o plano de Deus em constituir homem e mulher.
No entanto o texto continua e no verso 11 mostra que alguns dos membros da igreja já haviam sido homossexuais, no entanto diz que eles foram lavados, santificados e justificados pelo Senhor.

Jesus morreu por pessoas com os pecados mais variados, ele ama as pessoas, no entanto, odeia o pecado e este é o sentimento que precisamos desenvolver.
Um desprezo por qualquer filme, livro, material que promova abertamente valores homossexuais e também valores que vão contra o ideal da família, mas precisamos desenvolver um amor profundo por todas as pessoas que ainda não conhecem ao Senhor e ainda vivem em práticas que trará sobre elas mesmas condenação e sofrimento.

Outros textos bíblicos comprovam que Deus desaprova a homossexualidade (Rm 1.25-28; Lv 20.13; 1 Tm 18-10; Gn 19.4-9).

O que fazer então?
Se você tem problemas na área de homossexualidade procure ajuda, lembre-se que Jo 8.36 fala do livramento que o Senhor nos dá e o próprio texto de coríntios diz da mudança da vida de irmãos daquela cidade.
Já se você tem dificuldades em amar um homossexual apresentando o plano de salvação para ele, lembre-se que em áreas diferentes você também foi salvo por Jesus, ele perdoou você e quer fazer o mesmo por qualquer pessoa que entre sua vida para ele.

Fonte/ Adolescente Crente

Oficina de casamento


Foi o nome que nos veio para um pequeno grupo de casais noutro dia. Foi o primeiro de muitos se Deus permitir. Comparamos o casamento a uma viagem de carruagem pois temos uma visão romântica de carruagem, de viagem e de casamento. Mas veja a História que encontrei sobre
Viagem de carruagem:
A viagem estava atrasada porque os cocheiros estavam consertando a roda dianteira da carruagem. O atraso deixava os passageiros cada vez mais irritados. O passageiro magro andava de um lado para o outro, enquanto a passageira acalmava o menininho chorão. Quando a carruagem ficou pronta, os cocheiros apressaram-se. O passageiro magro acalmou-se e até sorriu para o menininho chorão que agora, todo feliz, fazia ranger com seus pulos, as molas dos bancos da carruagem.
A carruagem iniciou a viagem puxada pelos cavalos enquanto que a passageira sorria para o passageiro magro Mas, de repente, os cavalos tropeçaram, os bancos inclinaram-se, as portas se abriram e os cavalos se assustaram, obrigando a carruagem a parar para consertar as molas do assento e a roda que havia se soltado novamente da carruagem.
A consideração principal daquela noite era: "Por que mesmo que nos casamos?"
Para falar de nossas frustrações e rever o propósito de Deus para o casamento. Descobrimos logo de cara que o divórcio precisa ser considerado como algo importante no processo. A princípio a igreja evangélica suportou o divórcio como uma exceção. Um caso a parte. Hoje ele é quase a regra e por isso precisamos pensar nele e considerá-lo como parte de nossa relação.

Inegavelmente o casamento só funciona depois de alguns divórcios:

1 - TEMOS QUE NOS DIVORCIAR DE NOSSA FANTASIA DE CASAMENTO
a.       – Como era a carruagem na sua fantasia?
b.      – Rodas soltavam? Meninos choravam? O passageiro era magro?

2 - TEMOS QUE NOS DIVORCIAR DA TENTATIVA DE TRANSFORMAR O OUTRO.
a.       – Deus não muda o outro para você, mas para Ele mesmo e para que este outro vá para o céu. É importante saber que Ele muda a nós também.
b.      – Não tente transformar o cocheiro em passageiro magro pois ele pode virar um cavalo, nem a passageira em uma criança chorona. 

3 - TEMOS QUE NOS DIVORCIAR DE NOSSA INFÂNCIA.
    Tantos traumas, tantas meninices, tantos medos. Tanta coisa boa que ficou para traz. Tanta coisa ruim ficou para traz. Ficaram para traz! Deixe-os lá, os medos e os prêmios. As desconfianças e as medalhas.

Depois pensamos na visão e propósito de Deus para o casamento a partir de dois textos muito ricos. 
  1. “CADA UM DE NÓS DEVE AGRADAR AO SEU PRÓXIMO PARA O BEM DELE, A FIM DE EDIFICÁ-LO.” Rm. 15.2 (NVI)
 AGRADAR AO PROXIMO – PARA O BEM DELE – EDIFICA-LO, são ordens que não vão ser cumpridas por uma pessoa insegura nem egoísta. O amor tem que ser exercido neste processo.
E vimos depois o texto de Paulo em um “curso de noivos” antes de entrar efetivamente falando sobre casamento no capítulo 5 de efésios. No capítulo anterior do verso 25-32 até o 5.1-2 ele cita alguns outros propósitos de Deus necessários para estarmos juntos e suportarmos os três divórcios que citamos anteriormente para não entrar na regra do presente século de se divorciar do parceiro/a que escolheu na sua mocidade e prometeu estar com ele até que a morte os separe:


2.      FALAR A VERDADE - APAZIGUAR A IRA - TRABALHAR - REPARTIR – FALAR PARA EDIFICAÇÃO - CONCEDER GRAÇA – LIVRAR-NOS DA AMARGURA, INDIGNAÇÃO, IRA, GRITARIA, CALUNIA E MALDADE – SERMOS BONDOSOS, COMPASSIVOS - PERDOAR, IMITAR A CRISTO - VIVER EM AMOR - SE ENTREGAR!
Te convido a ir para uma oficina com Deus de vez em quando para afinar-se com estes propósitos dEle. Se nunca se divorciou, comece com aqueles três itens citados. Se já se divorciou, sabe do preço que se paga, precisa se divorciar de novo, pelo menos três vezes como relacionamos. Ele continua odiando o divórcio mas nunca desistiu da idéia de família. Ele deseja que cada casal descubra que “Ainda dá prá ser feliz!”
Cleydemir de Oliveira 
Psicólogo clínico, pastor em Ipatinga, MG, membro de Eirene do Brasil e do CPPC – Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos.


Fonte / Pra Casa Não Cair